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Cidade da Paraíba registra mais de 560 notificações de dengue, zika e chikungunya só este ano

Entre os casos investigados, 241 foram confirmados; cidade soma duas mortes por dengue e zika.

Por Portal Diário com G1 PB

29/06/2018 às 07h38 • atualizado em 28/06/2018 às 20h42

Combate ao Aedes aegypti é necessário pois a fêmea é a transmissora da dengue, zika e chikungunya (Foto: Pixabay/Divulgação)

Depois das chuvas nos meses de maio e junho, os casos de dengue, zika e chikungunya voltaram a preocupar a Secretaria de Saúde de Campina Grande. Com a água parada, as condições voltaram a favorecer a reprodução do mosquito Aedes aegypti. Até a quinta-feira (28), foram notificados 563 casos na cidade este ano. Já foram confirmados dois casos de morte e um está sob investigação.

Segundo a gerente de Vigilância Ambiental do município, Rossandra Oliveira, são 396 casos de dengue notificados e 147 confirmados. De zika são 102 notificações e 47 casos confirmados. Já os casos de chikungunya somam 65 notificações e 47 confirmações. Outro dado preocupante é que existem sete casos de dengue com sinais de alerta (dengue hemorrágica).

Ainda de acordo com Rossandra Oliveira, este ano Campina Grande registrou um caso de paciente que morreu por dengue e outro que morreu por zika. Esses dois casos já foram confirmados, mas ainda há outro caso de morte que está sendo investigado como dengue.

Bairros
Na cidade, os bairros que estão registrando aumento nas notificações são Malvinas, Três Irmãs, Jardim Paulistano, Cruzeiro, Bodocongó e Catolé. Por causa disso, a secretaria voltou a realizar operações com carro “fumacê” nesses bairros. Além disso, a cidade conta com ações de 197 agentes de combate a endemias.

“Os casos mais preocupantes são Malvinas e Três Irmãs, que já se considera um surto pelo fato do aumento dos casos. Apesar de ser preocupante, não temos em Campina Grande um perfil de epidemia, pois para isso seriam necessários pelo menos 1.200 casos. Mas, mesmo assim, a população precisa ajudar”, disse a gerente.

Combate
Segundo Rossandra Oliveira, os agentes geralmente trabalham entre 7h e 13h por questões de segurança e para ter uma rotina fixa. Entretanto, o cidadão pode solicitar a visita em outro horário, caso não esteja em casa pela manhã.

“Já tivemos casos de criminosos que se passaram por agentes para invadir casas. Então fixamos esse horário de 7h a 13h para que o cidadão perceba essa rotina. Mas se o morador quiser, pode chamar durante a tarde, ou informar o melhor dia para visita”, disse ela.

Dicas
Rossandra Oliveira destaca que em Campina Grande os maiores casos de focos do mosquito que estão sendo flagrados são em tonéis de cimento. “Isso acontece porque em muitas casas esses tonéis ficam sem tampa, ou existe espaço entre o recipiente e a tampa de cimento. O ideal é vedar e aí pode se usar um plásico com corda ou elástico”, disse.

Outra dica importante é, além de não deixar água parada, sempre higienizar os recipientes usados para armazenar água. “O primeiro sinal é quando surgem as larvas do mosquito, que são aquelas “cobrinhas”. Quando elas aparecerem, o ideal é usar a água logo para esvaziar o recipiente, lavar com água e cloro e secar com um pano limpo”, alerta Rossandra.

Fonte: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/campina-grande-registra-563-notificacoes-de-dengue-zika-e-chikungunya-diz-saude.ghtml

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