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NA UTI: é grave estado de saúde de jovem cajazeirense internada em Hospital: “Orem por ela”

Em contato por telefone, o jovem Augusto Ribeiro, irmão de Juliana falou sobre o estado de saúde da cajazeirense.

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

17/07/2018 às 16h04 • atualizado em 17/07/2018 às 16h11

Juliana está internada na UTI (foto: reprodução/Facebook)

A cajazeirense Juliana Ribeiro, 38 anos, está internada na UTI hospital Walter Cantídio em Fortaleza, no estado do Ceará. Há dois anos ela realizou um transplante de fígado, e segundo familiares o órgão foi rejeitado e ela precisou ser internada com urgência no Hospital nesta sexta-feira (13)

A cajazeirense é engenheira civil e atualmente mora em João Pessoa. Em contato por telefone, o jovem Augusto Ribeiro, irmão de Juliana falou sobre o caso.

“Há dois anos minha irmã fez o transplante de fígado, mas, na sexta-feira (13), ela deu entrada no Hospital após o órgão ter sido rejeitado. O estado de saúde dela é grave, estamos muito abalados, pedimos as orações de todos para que Juliana possa se recuperar e receber alta.

Juliana está internada na UTI (foto: reprodução/Facebook)

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Rejeição de órgãos
A rejeição de órgãos ocorre pela ação de anticorpos produzidos pelo sistema imunológico do próprio paciente receptor.

Diversos problemas de saúde podem culminar na total incapacidade de funcionamento de alguns órgãos. Nesses casos, faz-se necessária, muitas vezes, a realização de transplantes para substituir o órgão ineficiente.

O primeiro problema enfrentado por pessoas que precisam de um transplante é a dificuldade para encontrar um doador compatível. Após conseguir um órgão, outro problema surge: a possibilidade de rejeição.

A rejeição ocorre quando o sistema imunológico do receptor não reconhece o novo órgão ou tecido e inicia a produção de anticorpos. Esse processo pode ocorrer em qualquer transplante, variando apenas em intensidade. Em casos graves, os anticorpos podem iniciar um grande ataque contra o material transplantado, causando sua destruição e até mesmo a morte do paciente receptor (ocorrência mais rara).

A rejeição está intimamente relacionada com o grau de compatibilidade entre o receptor e o doador. Quanto maior a compatibilidade, menores são as chances de rejeição e mais fácil será o tratamento caso o processo ocorra. Vale frisar que, na maioria dos casos de rejeição, o tratamento é realizado com sucesso e o quadro é revertido.

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O tratamento para controlar a rejeição é realizado com medicamentos imunossupressores, que visam à diminuição da ação do sistema imunológico, controlando a quantidade de anticorpos. A imunossupressão pode ser feita de maneira inespecífica, diminuindo a atividade do sistema imune independentemente do antígeno, ou específica, que agirá nos mecanismos de retroalimentação, promovendo reações imunológicas específicas. A imunossupressão inespecífica possui maior risco de infecções.

Para evitar a rejeição, o tratamento após o transplante de tecidos e órgãos costuma ser contínuo, ou seja, os medicamentos devem ser tomados por toda a vida. É importante frisar que, mesmo com medicamentos, a rejeição pode ocorrer, sendo necessário, nesses casos, o aumento das doses ou então a troca dos medicamentos.

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