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Vida sexual do ‘vizinho’ é realmente melhor do que a sua? Pesquisa revela

Hipótese dos pesquisadores é: temos visão equivocada sobre o sexo, próprio e alheio, devido à falta de boas referências sobre o que e como é o ato sexual

Por IG

01/09/2018 às 08h18 • atualizado em 31/08/2018 às 19h22

Estudo revelou que homens acreditam que a própria vida sexual é menos agitada do que a de outros homens e mulheres (Foto: shutterstock)

Sempre acreditamos que a grama do vizinho é mais verde do que a nossa – e o mesmo se aplica para a vida sexual. Muitos invejam a do outro, mas mal sabem essas pessoas qual é a realidade . Uma pesquisa do Instituto Ipsos decidiu comparar o que as pessoas acham com o que realmente acontece debaixo dos lençóis de cada um.

O levantamento sobre vida sexual , que foi publicado junto com outros estudos sobre a percepção das pessoas em relação à vida do outro, foi realizado com pessoas nos EUA e no Reino Unido.

Hipótese dos pesquisadores é: temos visão equivocada sobre o sexo, próprio e alheio, devido à falta de boas referências sobre o que e como é o ato sexual
Sempre acreditamos que a grama do vizinho é mais verde do que a nossa – e o mesmo se aplica para a vida sexual. Muitos invejam a do outro, mas mal sabem essas pessoas qual é a realidade . Uma pesquisa do Instituto Ipsos decidiu comparar o que as pessoas acham com o que realmente acontece debaixo dos lençóis de cada um.

Estudo revelou que homens acreditam que a própria vida sexual é menos agitada do que a de outros homens e mulheres
shutterstock
Estudo revelou que homens acreditam que a própria vida sexual é menos agitada do que a de outros homens e mulheres

O levantamento sobre vida sexual , que foi publicado junto com outros estudos sobre a percepção das pessoas em relação à vida do outro, foi realizado com pessoas nos EUA e no Reino Unido.

A elas foi pedido, por exemplo, que adivinhassem quantas vezes imaginavam que as pessoas com idade entre 18 e 24 anos no país dele fizeram sexo nas últimas quatro semanas, ou seja, último mês. A média afirmou que homens nessa faixa etária em ambos os países fizeram sexo 14 vezes no último mês, mas a realidade é que, no Reino Unido, foram cinco vezes, e, nos EUA, quatro.

Isso significaria na prática, que homens jovens estariam transando dia sim, dia não – por volta de 180 vezes ao ano -, sendo que a realidade é de 50 vezes ao ano.

A diferença entre realidade e “expectativa” pode parecer alta, mas ela se mostrou ainda mais discrepante quando foi pedido aos participantes, todos homens, que fizessem suposições sobre a rotina sexual das mulheres.

Homens acreditam que mulheres entre 18 e 24 estão transando 22 vezes por mês no Reino Unido e 23 vezes ao mês nos EUA. Isso seria o equivalente à mulher fazer sexo todos os dias, mais duas ou três vezes a mais em algum dia do mês. Sendo que, na verdade, elas transam por volta de cinco vezes ao mês.

Na mesma pesquisa, em que também foram entrevistadas pessoas na Austrália, foi perguntado quantos parceiros sexuais os participantes achavam que os habitantes de seu país tiveram na vida ao atingir os 45 – 54 anos. A maioria dos participantes adivinhou corretamente o número de parceiras que os homens costumam ter: na Austrália e Reino Unido, a média é de 17; enquanto que nos EUA, a média é de 19.

Por outro lado, o palpite sobre o número de parceiros tidos por mulheres ao atingirem a faixa etária determinada errou para mais. Elas têm cerca de metade do número de parceiros sexuais que os homens, sendo nos EUA a maior média: 12 parceiros.

Por que achamos que a vida sexual dos outros é mais agitada do que a nossa?
Considerando isso tudo, os pesquisadores se perguntaram o motivo de os participantes sempre acharem que homens e mulheres de seu país têm uma rotina sexual mais agitada do que a deles próprios, em vez de se basear na própria experiência para formular seus palpites.

A hipótese dos cientistas é que, para muitos comportamentos, as pessoas se baseiam na observação para entender como funcionam e acontecem, mas o sexo não é algo tão público assim que possa ser observado.

As referências “públicas” que se tem, não só em filmes e pornografia, mas em conversas com amigos – nem sempre totalmente verídicas – e pesquisas de origem pouco confiável, não correspondem à realidade, fazendo com que tenhamos uma visão equivocada sobre a vida sexual dos outros e a nossa própria.

Fonte: https://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-08-21/pesquisa-vida-sexual-dos-outros.html

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