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Polícia prende cinco pessoas suspeitas de envolvimento na morte de vigilante de escola em CG

Durante Operação Sentinela, cinco mandados de prisão preventiva e temporária expedidos pela Justiça, em desfavor de 5 jovens.

Por Priscila Belmont

07/03/2017 às 17h57

Polícia Militar foi acionada (foto meramente ilustrativa)

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (Homicídios), da cidade de Campina Grande, cumpriu, na manhã desta terça feira (7), durante Operação Sentinela, cinco mandados de prisão preventiva e temporária expedidos pela Justiça, em desfavor de 5 jovens. Eles são suspeitos de envolvimento no assassinato de um vigilante que trabalhava na Escola Estadual Willian de Sousa, em Campina Grande.

O crime aconteceu na madrugada do dia 7 de janeiro. De acordo com as investigações, pessoas que moram próximo à escola localizada na Rua Bruxelas, no bairro dos Cuités, ouviram vários disparos de arma de fogo e ligaram para a polícia. Uma equipe da PM que fazia rondas foi até o local e viu que as portas da escola estavam entreabertas. Quando os policiais entraram, encontraram Fabiano Menino de Souza Júnior, 27 anos, ferido com um tiro de espingarda calibre 12. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar à escola os médicos constataram que o vigilante já estava morto.

Durante a perícia, foi observado que a arma do vigilante que pertencia à empresa de segurança que ele trabalhava, um revólver calibre 38, tinha sido roubada. A carteira e um aparelho celular também foram levados pelos criminosos. A informação foi confirmada pela família da vítima que informou que Fabiano não tinha envolvimento com crimes e nem inimigos. Isso fez a polícia trabalhar com a possibilidade de um latrocínio (roubo seguido de morte). A prisão de um dos suspeitos, dias depois, confirmou a suspeita. Com ele os policiais encontraram um revólver calibre 38 com numeração de registro raspada.

A arma foi encaminhada para a perícia e o exame comprovou que ela pertencia ao vigilante Fabiano. O delegado Francisco Assis da Silva ouviu o acusado no presídio “Ele negou ter participado do latrocínio do vigilante e disse que comprou a arma na feira da Prata, mas no decorrer das nossas investigações descobrimos que ele já tinha trabalhado com a vítima na mesma escola e por este motivo sabia da existência da arma. Pessoas que moram próximo à escola também informaram que ele tinha sido visto no local junto com outros homens dias antes do crime”, falou a autoridade policial.

As investigações continuaram e a polícia chegou até os outros envolvidos. Com a identificação dos suspeitos o caso foi desvendado. A espingarda calibre 12 usada no crime pertencia a um dos jovens e foi emprestada a dois suspeitos que foram até a escola, atiraram e mataram o vigilante. Os outros envolvidos ajudaram na fuga e repartiram o roubo. O mandado de prisão de o jovem de 27 anos foi cumprido no presídio Serrotão onde ele já está recolhido respondendo por posse ilegal de arma. Já os outros envolvidos foram presos nos Bairros Bruxelas e Luxemburgo, em Campina Grande. Eles vão aguardar a audiência de custódia na carceragem da Central de Polícia, no bairro do Catolé, em Campina Grande.

Secom

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