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Medo: Delegado conta detalhes do assassinato e Comandante da polícia desmente Toque de Recolher em Cajazeiras; População vive terror

Polícias Civil e Militar da cidade de Cajazeiras estão mobilizadas desde a ocorrência do crime que assassinou Marcos Aleijado. Ouça!

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11/11/2015 às 15h48

Delegado conta detalhes do assassinato e Comandante desmente terror

O delegado da cidade de Cajazeiras, Braz Morrone falou nesta quarta-feira (11) sobre o crime de homicídio ocorrido nessa terça-feira (10), na Rua Joaquim Abílio Abrantes, Bairro Pio X, próximo a Praça do Ronaldo Cunha Lima em Cajazeiras.

Braz Morrone informou que as investigações para desvendar a morte de Marcos Pereira da Silva, mais conhecido por Marcos Aleijado, 43 anos foram iniciadas.

O delegado revelou que um primo da vítima testemunhou o crime e contou à polícia que dois homens chegaram numa moto, o garupa já desceu atirando e teria dito: “Toma seu misera”.

Já o Comandante do 6º Batalhão da Polícia Militar de Cajazeiras, Coronel Cunha Rolim usou a imprensa para tranquilizar a população, que viveu momentos angustiantes após a morte de Marcos Aleijado.

Nas redes sociais se espalhou uma boataria de medo e terror, chegando a falar de ‘Toque de Recolher’, pois de acordo com comentários e áudios divulgados no WhatsApp,supostos comandados da vítima estariam preparando uma frente armada para vingar a morte do ‘comandante’. Numa mensagem do WhatsApp ordenaram: "O melhor é não sair de casa".

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O Coronel Cunha disse que quiseram implantar um terrorismo em Cajazeiras através das redes sociais. Sobre os áudios odiosos que falavam de vingança, o Comandante do 6º BPM definiu como brincadeira de alguns jovens que inventaram os depoimentos, que acabaram se espalhando pela Paraíba e por outros estados.

 

Cunha Rolim também desmentiu as supostas invasões as universidades e o tiroteio na Praça João Pessoa. Ele explicou que a polícia foi mobilizada para fazer diligências em toda cidade e manter a ordem, mas durante toda noite da terça-feira não se registrou qualquer ocorrência.

O Comandante informou que foram montados três pontos de blitz, além de revistas as pessoas que estavam em alguns locais públicos, mas tudo dentro da normalidade. 
“A nossa mobilização nem foi para combater a violência, mas a onda de terrorismo espalhada na cidade criada por uma brincadeira de mau gosto espalhada por alguns jovens”. Comentou Cunha Rolim.

 

Ele disse também que a boataria criou um “clima chato” porque redes sociais de outros estados comentavam que Cajazeiras passava por  um “bonde de terror, mas nada disso estava acontecendo”.

O Coronel assegurou que o crime foi um fato isolado e disse que a vítima não pode ser chamada de cidadão, pois estavam com direitos cassados e justificou: “Esse indivíduo foi condenado por tráfico de drogas e já destruiu muitas famílias aqui com o tráfico”.

O crime
Segundo o Comandante do batalhão cajazeirense, o crime está associado a acerto de contas do tráfico. “A grande quantidade de droga apreendida aqui temos informações que era dele e certamente ficou endividado”.

Ouça depoimento do Comandante de Cajazeiras – Rádio Arapuan!

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