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Ato contra reforma da Previdência da Argentina deixa 162 feridos

Ao menos 60 manifestantes foram presos em Buenos Aires

Por Luzia de Sousa

19/12/2017 às 08h34

Protestors confront members of the Federal Police in Buenos Aires, Argentina, 18 December 2017. Clashes outside the Argentinian Congress between protesters and the Police worsened as the opposition demanded the cancellation of the session at the Chamber of Deputies, in which the pensions reform promoted by the Government was going to be discussed. EPA/David Fernandez

A série de protestos contra a reforma da previdência em Buenos Aires, na Argentina, deixou ao menos 162 pessoas feridas entre manifestantes e policiais nesta segunda-feira (18/12), informam as autoridades de Saúde.

Destes, 88 eram agentes que tentavam impedir os grupos de se aproximarem dos prédios públicos, onde os deputados se reuniam para debater o tema. Segundo dados da polícia, ao menos 60 pessoas foram presas durante os protestos.

Apesar do ápice dos confrontos ter ocorrido durante a tarde e o início da noite, as manifestações seguiram noite adentro também em outras cidades argentinas.

O maior momento de tensão ocorreu quando um grupo tentou invadir o Congresso e, como foram impedidos por um cordão policial, muitos manifestantes começaram a jogar garrafas, pedras e pedaços de madeira contra os agentes.

O projeto foi debatido dentro da Câmara e a votação ocorreu nesta terça (19). No entanto, o clima de tensão também é visto entre os congressistas, que trocaram uma série de insultos durante as longas horas de sessão.

O projeto de reforma da previdência prevê um corte de cerca de US$ 5,7 milhões nos pagamentos mínimos, nas atribuições universais e nas aposentadorias dos veteranos das Malvinas, em um impacto na vida de cerca de 17 milhões de pessoas.

Segundo o governo, a mudança no cálculo vai beneficiar os aposentados no médio e longo prazo, mas a oposição e os sindicatos afirmam que a renda deles vai cair por conta do avanço da inflação.

Por causa do projeto, que é apoiado pelo presidente Mauricio Macri, as centrais sindicais convocaram uma greve de 24 horas que atinge todo o setor de transportes – nacional e internacional – além de serviços de banco e comércio.

Na última quinta-feira (14/12), cenas de violência parecidas foram vistas nas ruas argentinas e o governo decidiu passar a votação para esta semana.

Metrópoles

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