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Espírita de Cajazeiras cita motivos que podem levar uma pessoa a cometer suicídio; “Paixão mundana”

Anderson Rolim destacou a falta de perspectiva dos jovens, o que poderia motivar ou desencadear problemas para família e sociedade. Veja o vídeo!

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22/09/2015 às 16h15

O orador espírita, Anderson Rolim em participação no programa “Balanço Diário” da TV Diário do Sertão falou sobre os constantes casos de suicídios registrados nos últimos meses em Cajazeiras e região.

De acordo com o orador, o assunto não pode ser mantido como tabu entre as famílias, pois o diálogo dos pais com filhos, aos irmãos pode evitar tragédias no seio familiar. 

Anderson Rolim destacou a falta de perspectiva dos jovens, o que poderia motivar ou desencadear problemas para família e sociedade. “Falta estímulos positivos aos jovens. Falta meta e essa ociosidade pode dar espaço a ervas daninha e automaticamente esses pensamentos reverberarem para o suicídio”.

Ele destacou também a falta de espiritualidade e lembrou que todas as religiões podem levar as pessoas a reflexão. “O encontro com Deus é o caminho para não se suicidar”.

Para Anderson, o suicídio não é ato de coragem, nem de medo, mas de desequilíbrio. “Quando a pessoa comete o ato ele não está com a capacidade de pensar. Ele perde a razão”.

O jovem citou ainda a paixão como um dos motivos que leva algumas pessoas cometerem suicídio. “A paixão não pode ser confundida com amor. O amor é altruísta. A paixão é um sentimento mundano e quando não correspondido gera frustrações e automaticamente o indivíduo pode colocar um ponto final a sua vida”.

DIÁRIO DO SERTÃO

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