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BNB investirá R$ 3 mi em projetos para desertificação e semiárido

Os temas e linhas de pesquisa destes projetos contribuem para o desenvolvimento do semiárido brasileiro e para a mitigação de riscos de operações de crédito

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21/10/2014 às 17h30

Seis projetos paraibanos estão contemplados no edital de Apoio à Pesquisa e Difusão de Tecnologia de Combate à Desertificação e/ou Convivência com o Semiárido, cujo resultado foi divulgado pelo Banco do Nordeste. No total, são 23 pesquisas pré-aprovadas que evidenciam mecanismos de enfrentamento da aridez territorial e a convivência com as baixas precipitações que acometem o sertão nordestino.

Os projetos serão beneficiados com um montante de R$ 3 milhões em recursos não reembolsáveis, oriundos do Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci), que é gerido pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão vinculado ao Banco do Nordeste.

No caso da Paraíba, as pesquisas contemplam tanto os institutos de pesquisa locais, como os de abrangência nacional, além das Universidades Federal e Estadual, em estudos isolados ou em parceria com outros estados.

Os temas e linhas de pesquisa destes projetos contribuem para o desenvolvimento do semiárido brasileiro e para a mitigação de riscos de operações de crédito realizadas nessa região prioritária para as aplicações do Banco.

Conheça os projetos apoiados na Paraíba: · Fertilizantes Inteligentes para Agricultura do Semiárido Nordestino (Universidade Estadual da Paraíba);

· Transferência de tecnologias de produção de novas variedades precoces de sorgos para o Semiárido paraibano (Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba);

· Desenvolvimento e difusão de produtos emulsionados de carne caprina com reduzido teor de gordura e avaliação do efeito da quitosana na sua qualidade (Universidade Federal da Paraíba);

· Mamona com baixa toxicidade para uso em integração lavoura-pecuária (Centro Nacional de Pesquisa do Algodão – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, englobando os estados da PB, CE e SP);

· Indicação de cultivares de amendoim rasteiras para a região semiárida do Nordeste brasileiro (Centro Nacional de Pesquisa do Algodão – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, englobando estados do CE, PB e PE);

· Metodologia sustentável para utilização do mandacaru no repovoamento de área degradada no semiárido paraibano (Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba).

Assessoria

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