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Neurologista revela os alimentos que podem aumentar o risco de Alzheimer e os que podem diminuir

Segundo ele, consumindo muito carboidrato, aumentamos as chances de sofrer com demência em até 90%.

Por Cura pela Natureza

22/06/2018 às 07h32

Alimentos que podem causar o terrível Alzheimer

O doutor David Perlmutter é considerado o principal neurologista em medicina natural dos Estados Unidos. O autor do best-seller “A dieta da mente: A surpreendente verdade sobre o glúten e os carboidratos” acusa uma dieta rica em carboidrato de ser altamente prejudicial ao cérebro.

Segundo ele, consumindo muito carboidrato, aumentamos as chances de sofrer com demência em até 90%. Isso foi descoberto depois de um estudo realizado com voluntários que consumiram carboidratos regularmente.

Na mesma pesquisa, um grupo que tinha a dieta mais rica em gordura diminuiu o risco de problemas cerebrais em 44%.

Sabendo disso, devemos mudar nossa concepção em relação às calorias.
Ela não é um problema apenas para quem quer perder peso, mas também para quem deseja manter a saúde do cérebro por muitos e muitos anos.

As calorias dos carboidratos elevam a glicose no sangue.

Se você não quer ter problemas de saúde, o doutor David Perlmutter recomenda uma alimentação rica em gordura e pobre em carboidratos.

O especialista também adverte que consumir regularmente mais de 25 gramas de frutose por dia aumentará bastante o risco de demência e doença de Alzheimer.

Consumir muita frutose inevitavelmente causará estragos na capacidade do seu corpo de regular os níveis adequados de insulina.

Outra informação importante é que ratos alimentados com xarope de frutose tiveram um prejuízo enorme nas habilidades cognitivas.

Eles, por exemplo, apresentaram dificuldades para lembrar o caminho para sair de um labirinto, coisa que aprenderam seis semanas antes.

O cérebro desses ratos estava mais lento e mostrou um declínio na atividade sináptica.

O problema não para por aqui.

O glúten também é um grande vilão para o nosso cérebro.

Doutor Perlmutter enfatiza que a sensibilidade ao glúten está envolvida na maioria das doenças crônicas, incluindo aquelas que afetam o cérebro.

Além disso, ele sensibiliza o sistema imunológico e promove inflamação.

Infelizmente, muitas pessoas, até mesmo as que são da área de saúde, ainda acreditam que, se você não tem doença celíaca ou sintomas digestivos, pode comer glúten a vontade.

A doença celíaca completa, que é uma forma extrema de sensibilidade ao glúten, afeta cerca de 2% das pessoas no mundo ocidental

Mas a sensibilidade não celíaca ao glúten pode realmente afetar de 30% a 40% de todas as pessoas.

O doutor Perlmutter faz outro alerta: os alimentos transgênicos criam proteínas nunca antes encontradas em qualquer grão ou alimento natural, de modo que os grãos transgênicos produzem um duplo impacto contra o sistema imunológico.

As alergias alimentares parecem claramente ser um dos efeitos colaterais mais notáveis de uma dieta de grãos transgênicos.

Definitivamente, nosso cérebro precisa de gorduras saudáveis.

De acordo com o Dr. Perlmutter, essa onda de cortar a gordura da dieta, a fim de emagrecer, tem sido muito prejudicial à saúde do cérebro.

Porque, quando você elimina a gordura da dieta, você preenche as lacunas com carboidratos prejudiciais à saúde.

Gorduras benéficas incluem manteiga orgânica de leite não pasteurizado, ghee, kefir, iogurte natural, azeitonas, azeite extravirgem, óleo extravirgem de coco, nozes, ovos caipiras, salmão selvagem (do mar, não cultivado em cativeiro) e abacate.

Se você está procurando a maneira mais simples de reduzir o risco de demência, incluindo a doença de Alzheimer, o doutor Perlmutter apresenta o seguinte plano:

1. Reduzir o consumo de carboidratos (não vegetais), incluindo açúcares e grãos.
2. Aumentar o consumo de gordura saudável.
3. Aumentar a ingestão de gordura ômega 3 e reduzir o consumo de gordura ômega 6.
4. Fazer exercícios, pois isso produz mudanças bioquímicas que fortalecem e renovam não apenas o corpo, mas também o cérebro – particularmente as áreas associadas à memória e ao aprendizado.
5. Reduzir o consumo total de calorias, incluindo a prática regular do jejum intermitente .

Fonte: https://www.curapelanatureza.com.br/post/06/2018/neurologista-revela-os-alimentos-que-podem-aumentar-o-risco-de-alzheimer-e-os-que-podem

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