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Você rói as unhas? saiba que homem quase morreu por morder as unhas. Veja os riscos desse hábito

Este hábito surge geralmente na infância, uma fase em que a ansiedade é praticamente incontrolável.

Por Cura pela Natureza

16/11/2018 às 09h11

Ele quase morreu após contrair infecção na unha

Talvez você pense que o vício feio de roer as unhas seja inofensivo, mas não é. A mania está ligada ao estresse e ao nervosismo.

Este hábito surge geralmente na infância, uma fase em que a ansiedade é praticamente incontrolável.

Há que procure resolver problemas como este com a ajuda de antidepressivos, mas é preciso tomar cuidado com os efeitos colaterais.

No entanto, o acompanhamento psicológico e o consumo de remédios naturais são métodos mais seguros.

Da mesma forma que muita gente foge do estresse buscando comida, fazendo compras, há quem seja levado a roer as unhas.

O ideal é detectar o que causa tanta ansiedade nas crianças e ajudá-las.

Se o vício partir de pessoas adultas, a dica é procurar manter as unhas sempre bem-cuidadas, sendo homem ou mulher.

Só assim podemos pensar duas vezes antes de estragá-las.

Outro alerta que os especialistas fazem é que os pais fiquem atentos, pois os filhos tendem a copiar suas manias.

Os riscos são vários, como:

– Infecções

– Deformações

– Perda definitiva da unha

– Encravamento

– Contaminação por bactérias e vermes

O fato é que colocar os dedos na boca é criar um ambiente favorável à proliferação de fungos e bactérias.

Além disso, os ferimentos que podem causar nas cutículas são dolorosos e tendem a infeccionar.

Se for o caso, o tratamento é feito à base de antibióticos e antimicóticos.

Ou seja, roer unhas não é nada inofensivo.

É um hábito que representa sim uma ameaça à saúde.

Quer um exemplo?

O escocês Ricky Kennedy, 57 anos, teve uma grave infecção devido ao hábito de morder as unhas.

Kennedy danificou acidentalmente o leito ungueal (a parte abaixo das unhas) e notou uma bolha começando a se formar em seu polegar.

O que a princípio parecia inofensivo o levou ao hospital por meses, lutando por sua vida!

“Se não fosse por Ghislaine [sua esposa de 65 anos] telefonar para uma ambulância, eu estaria morto”, diz Kennedy.

Isso é exatamente a mesma coisa que aconteceu com Luke Hanoman, 28 anos.

Luke tinha o hábito nervoso de roer as unhas e, depois de mastigar a pele do lado de sua unha em julho do ano passado, de repente começou a ter sintomas semelhantes aos da gripe.

Os sintomas começaram como suores frios, tremores e superaquecimento – sinais bastante típicos de qualquer gripe.

As coisas começaram a se tornar preocupantes quando os dedos de Luke incharam – a dor era insuportável e ele não aguentava mais.

Luke suportou seus sintomas por uma semana inteira, pensando que se recuperaria sozinho.

Felizmente, sua mãe teve a intuição de que algo estava gravemente errado e levou Luke para um hospital.

Os médicos imediatamente sabiam que a situação de Luke era terrível – ele tinha febre alta e linhas vermelhas por todo o corpo, um sinal comum de uma infecção disseminada.

Eles o observaram por 24 horas, aplicaram antibióticos por quatro dias e trataram a infecção em seu dedo.

Luke foi curado e depois descobriu que esteve muito perto da morte – e tudo foi porque ele tinha o hábito de morder a unha.

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