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As mais quentes da política Sertaneja estão na coluna Faisqueira do Gazeta

O médico Antonio Vituriano de Abreu (PMDB) voltou a declarar em uma emissora de radio da cidade que não votará de maneira nenhuma em Jeová Campos (PT) na sua candidatura para a Câmara Federal.

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31/05/2009 às 10h49

Nepotismo
Alguns gatos pingados, da oposição da cidade de Cachoeira dos Índios, têm divulgado, de forma precária, que o nepotismo tem dado no meio da canela na administração pública do município e que o prefeito não mede distância para beneficiar a sua parentela. Quando se topa num parente, cai-se por cima de outro. O Ministério Público tem que acordar para este fato e coibir este abuso, diz a oposição. Existe até um trocadilho feito pelos não aliados: “Teta precisa acabar com esse negócio de sua parentela mamar tanto na teta do governo”. O prefeito é conhecido popularmente como Teta.

Escafedeu-se
O atleta Nascimento, que tem contribuído para divulgar o nome de Cajazeiras pelo Brasil afora, participou de mais uma corrida no Estado do Ceará. Como é um atleta com poucos recursos solicitou junto ao poder público do município uma ajuda de custa no valor de 200 reais. Depois de inúmeras idas e vindas não conseguiu a liberação do dinheiro, mas tomou emprestado e se mandou. Na volta procurou o prefeito Léo Abreu e explicou o fato e na hora o mesmo determinou, através de um bilhete, que fosse efetuado o pagamento. Para surpresa de Nascimento o seu pobre dinheirinho teria se escafedido. Alguém teria corrido mais rápido do que Nascimento e recebido o seu pobre dinheirinho.

Mais fôlego
O prefeito Léo Abreu, com a queda dos repasses federal e estadual para os cofres do município, estava sufocado. Foi içado do fundo da lagoa com um aporte de recursos do FPM no valor de R$238.872,07, desafogando-o e o que possibilitou a secretaria das finanças sanar alguns compromissos anteriormente agendados. Não se sabe, porém se estes repasses extras vão continuar, senão o sufoco vai continuar.

Zé no Trem
O deputado estadual José Aldemir, em entrevista ao programa Trem das Onze, na Rádio Alto Piranhas, sob o comando de Fernando Caldeira, disse que ainda não tem os nomes para votar, em 2010. Ainda é cedo, mas que vai ser candidato de novo a deputado estadual e já está “cobrando” de alguns cabos eleitorais e eleitores uma definição em torno de seu nome. Vale o velho ditado: quem é cocho, parte cedo, ou ainda: primeiro os meus, depois os teus. Menino besta.

Zé no Trem 2
Indagado que nota daria ao prefeito Léo Abreu, sapecou-lhe um quatro. Esta nota é a mínima para um político ir direto para uma eleição, antes teria que realizar uma prova final, enquanto para o ex-prefeito Carlos Antonio agraciou-lhe com uma nota oito, o que não deixa de ser uma excelente pontuação, pois o aprova (para a eleição seguinte) sem fazer prova final. João Fumaça, o “cara” do Calçadão da Tenente, detonou: Zé beija a face de Carlos e o afaga pensando nos votos que ele pode lhe dar. Menino besta.

Zé no Trem 3
Para quem se lembra da “briga” entre o deputado José Aldemir e seu colega de Assembléia Jeová Campos, dias atrás, estranhou quando Zé o deu nota cinco. Pela fúria dos ataques anteriores todos esperavam nota zero, zerinho. Para João Fumaça, o olheiro da Faisqueira, este foi o primeiro “sinal” de reaproximação entre os dois, até porque ambos têm interesses comuns em alguns municípios da Região do Alto Piranhas. João Fumaça ainda comentou: nunca fique intrigado com seu vizinho por causa de briga política, eles depois fazem as pazes e você fica com um inimigo e eles numa boa.

Microfone fatal

Primeiro foi um juiz que fez um radialista pular do primeiro andar de um prédio, depois foi um deputado que imprensou na parede outro radialista, em seguida um prefeito fez sair do ar um programa, depois de uma forte discussão com um outro e agora um vereador muito brabo e valente foi até a emissora e fez um outro se esconder não sabe aonde. A revolta destas pessoas com estes nobres profissionais é causada pelo som fatal emitido pelos microfones de uma emissora de rádio da cidade. Entre mortos e feridos, por enquanto, estão todos vivinhos da silva. Enquanto isto, só quem tem dor de cabeça e preocupação é o dono da emissora.

Sem acordo

O médico Antonio Vituriano de Abreu (PMDB) voltou a declarar em uma emissora de radio da cidade que não votará de maneira nenhuma em Jeová Campos (PT) na sua candidatura para a Câmara Federal. Jeová Campos ainda alimenta uma esperança, que através de Léo Abreu, consiga reverter esta situação. Um observador e conhecedor profundo da política cajazeirense diz que não existe nada neste mundo que um bom papo e uma boa grana não resolva.

Sem acordo 2

Nesta mesma entrevista, Vituriano, reafirmou que é candidato a deputado estadual e para os outros aliados que também pretendem a mesma postulação mandou um recado: tem fila. E nesta fila o primeiro é ele. Este gesto de Vituriano poderá, em 2012, quando Léo for candidato à reeleição, provocar um racha no esquema, que incluiu com muito valor, a figura de Jeová, que foi decisiva na vitória das oposições. E lembre-se que o possível candidato da atual oposição poderá ser o ex-prefeito Carlos Antonio, que já estaria pedindo votos na periferia.

Redução
Uma das promessas de campanha do atual prefeito era um Xamegão com trinta dias. Foi reduzido para 17 dias. Esta redução teria sido provocada pela crise econômica mundial. Uma enquête realizada por uma emissora da cidade, nenhum ouvinte foi favorável aos 30 dias e uns opinaram que deveria ser apenas em quatro finais de semana. Vale salientar que mais de meio milhão de reais deve evaporar dos cofres do município, em nome do turismo de eventos, para pagar a estrutura e as 38 bandas que vão animar o povo de Cajazeiras. Vale o investimento?

Missa fúnebre
O que resta das oposições de Cajazeiras estará reunida para definir em qual igreja e em que horário deverá mandar celebrar uma missa pelo 5º mês do seu falecimento. As oposições de Cajazeiras emudeceram. Calaram. Silenciaram. Na câmara os vereadores eleitos pelas oposições estão defendendo a administração pública bem melhor dos que os vereadores da situação. Alguns eleitores das oposições estão atônitos e sem entender o porquê deste silêncio sepulcral. Enquanto isto, a situação deita e rola…

Do Gazeta do Alto Piranhas

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