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Efraim afirma que PEC da infidelidade não passará

A Comissão Especial criada para discutir a PEC que cria a "janela da infidelidade" dá sinais – cada vez mais evidentes – que não conseguirá votar o projeto até o mês de setembro, prazo limite para as mudanças nas regras eleitorais de 2010. Os sinais são revelados pelo próprio presidente do colegiado, deputado Silvio Costa […]

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21/08/2009 às 13h47

A Comissão Especial criada para discutir a PEC que cria a "janela da infidelidade" dá sinais – cada vez mais evidentes – que não conseguirá votar o projeto até o mês de setembro, prazo limite para as mudanças nas regras eleitorais de 2010. Os sinais são revelados pelo próprio presidente do colegiado, deputado Silvio Costa (PMN-PE), que não chegou a marcar a reunião prevista para essa semana, inicialmente agendada para a quarta-feira (19). "O Democratas de forma regimental pediu uma questão de ordem e ela foi concedida. Estamos buscando um acordo para que se vote o parecer, mas enquanto não houver esse entendimento não tem sentido marcar uma reunião para que vire uma arena de discussão de regimento", disse o parlamentar à Agência Liderança. "E se a gente não conseguir esse acordo, lamentavelmente a janela subiu no telhado", acrescentou.

Desde o início da criação da comissão, o Democratas cerra fileiras para que a proposta não seja aprovada. Integrante do colegiado e crítico contumaz da janela da infidelidade, o deputado Efraim Filho (Democratas-PB) avalia que o recuo de Costa é mais uma batalha vencida pela oposição.

"O cancelamento da reunião desta semana é um sinal claro de que o governo começa a avaliar que falta tempo útil e que não conta com uma estratégia suficiente para que a janela seja aprovada para as eleições de 2010. Poderia sintetizar esse momento atual dizendo que ganhamos a batalha, mas a guerra ainda esta por vir", ressaltou Efraim Filho para em seguida acrescentar. "O Democratas empunhou essa luta incansável em favor da preservação da fidelidade partidária porque trata-se de um instituto que trás a moralidade, a transparência, a ética e a coerência para a atividade política. Queremos um debate muito mais voltado para as questões ideológicas do que para as questões fisiológicas".

Já o deputado Felipe Maia (Democratas-RN), que também participa dos debates na comissão, ressalta que as discussões a respeito da reforma política não devem ser desmembradas como foi feita com a PEC.

"A reforma tem que ser aprovada de forma ampla. Não podemos fatiá-la. Acredito que em outubro os líderes devem se reunir para discutir novamente a reforma como um todo, incluindo as questões de lista fechada, financiamento público de campanha entre outros", afirmou.

Da ASCOM

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