header top bar

section content

Trio é condenado por matar e pendurar corpo de prostituta em motel

Familiares da vítima acompanharam todo o julgamento e pediam a punição dos acusados. “Eu quero justiça. Eles [réus] são ruins, frios"

Por

25/11/2015 às 13h16

Trio é condenado por matar e pendurar corpo de prostituta em motel

Os três homens acusados matar e pendurar em uma caixa de ferro o corpo da garota de programa Kelly Tatiany Costa Silva, de 32 anos, em frente a um motel, em Goiânia, foram condenados pelo crime, ocorrido em maio do ano passado. Eles foram a júri popular na terça-feira (24).

Na sessão, presidida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, do 1º Tribunal do Júri da capital, André Luiz Marques da Silva e Maycon Miranda do Nascimento foram sentenciados a 16 anos de prisão. Eles foram apontados no processo como os autores do crime. Já Leandro Fernandes Dias, o mandante, pegou 15 anos e 6 meses.

De acordo com a Justiça, o assassinato foi cometido por motivo banal e com meios cruéis. O trio deverá cumprir imediatamente as penas na Penitenciária Odenir Guimarães, localizada no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

Familiares da vítima acompanharam todo o julgamento e pediam a punição dos acusados. “Eu quero justiça. Eles [réus] são ruins, frios. Eles não mataram só minha irmã, eles também mataram outras pessoas. Quero a condenação de todos eles”, disse a irmã da vítima, Kenia Brasil Silva, de 35 anos, durante o júri popular.

A reportagem tentou contato com o advogado Orlando Ferreira Nunes, que defende Leandro, mas as ligações não foram atendidas até esta publicação. Já os advogados de André Luiz Marques da Silva e Maycon Miranda não foram localizados para comentar o assunto.

Homicídio
O crime aconteceu no dia 18 de maio do ano passado. Os três foram detidos na manhã do dia seguinte e estão presos desde então. Eles foram denunciados por homicídio qualificado por motivo torpe e utilizando meio cruel, que impossibilitou a defesa da vítima.

Segundo a denúncia, Kelly, que era usuária de drogas, devia dinheiro a Leandro Fernandes Dias, que traficava entorpecentes na região do Bairro São Francisco.

Além disso, segundo a acusação, ele disputava o ponto em que ela fazia programas, na Rua Rocha Pombo, e acreditava que a mulher tinha mandado fazer um trabalho de magia negra para que o tráfico não fosse mais realizado no local. Ele também acreditava que ela estava passando informações da quadrilha para a polícia.

Leandro, então, mandou que André Luiz Marques da Silva e Maycon Miranda do Nascimento, que trabalhavam para ele, matassem a garota de programa.

De acordo com a investigação, no dia do crime, os dois entraram em luta corporal com a vítima e, após espancá-la, a estrangularam. Em seguida, eles amarraram o corpo dela a uma caixa de ferro, que guardava fios telefônicos, em frente a um motel.

O corpo da vítima foi encontrado com os joelhos levemente dobrados, com a saia levantada e os cabelos cortados.

G1

A FAVOR DA REFORMA

Empresário diz que Justiça do Trabalho só penalizava os patrões e chama a CLT de ‘excrescência jurídica’

DA REGIÃO DE CAJAZEIRAS

VÍDEO: Do assassinato do pai ao sucesso na política, prefeito conta trajetória de superação no Interview

'AULÃO SOLIDÁRIO'

VÍDEO: Ordem DeMolay de Cajazeiras promove aulão gratuito preparatório para o ENEM; veja como participar

ENTRETENIMENTO

Maria Calado na TV com os integrantes do espetáculo “Trinca mas não quebra” e o cantor Lucas Soares