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Governador fala da paralisação da Educação e admite pela 1ª vez que supersalários poderão levar Cagepa a privatização; “Quase todo mundo ganha mais do que o governador”

“O Piso Nacional foi de 7%, eu dei 10% de aumento. Quem está em sala de aula está recebendo. Olha para os outros estados”.

Por Luzia de Sousa

22/03/2017 às 18h06 • atualizado em 22/03/2017 às 18h22

Em Cajazeiras, o governador Ricardo Coutinho (PSB) falou nessa terça-feira (21), paralisação da educação no estado. Ele relembrou que já foi líder sindical, disse reconhecer a importância da organização dos trabalhadores, mas alegou que é necessária uma visão diferencial quando o “patrão é o público”.

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O governador alegou que está pagando aos professores acima do Piso Nacional do Magistério, mesmo com a crise que afeta todos os estados da federação.

“O Piso Nacional foi de 7%, eu dei 10% de aumento. Quem está em sala de aula está recebendo. Olha para os outros estados”, acrescentando que não há razão para paralisar as atividades.

O governador Ricardo Coutinho em entrevista ao Diário do Sertão

Cagepa
Ricardo Coutinho também se reportou a possível privatização da Cagepa, que para ele precisa passar por ajustes. “A empresa tem que ser do povo e não de funcionários”, destacou o socialista.

O governado relevou que ainda não tem uma decisão sobre o assunto, mas assegurou que vai chamar os sindicatos para “conversar de uma forma muito verdadeira”.

Ele criticou os altos salários da estatal e declarou: “Não é possível que quase todo mundo ganhe mais do que o governador. Eu congelei meu salário lá atrás, e não sou rico não”.

O governador disse ainda que é necessário “ter a coragem de colocar o dedo na ferida para defender os interesses do povo, não é de alguns. Estou estudando isso para vê o que melhor para a Paraíba e não para algumas pessoa”, e deu o ultimato: “Ou a gente redimensiona para tornar a empresa realmente pública ou então ela não pode ser simplesmente estatal”, concluiu.

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