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Promotor Carlos Guilherme diz que foi agredido e que atirou para se defender

O promotor ainda afirma que começou a ser acuado por Patrício e por isso puxou a arma para tentar afastar o pedreiro. Puxei a arma e disse pra ele que não queria briga, mas ele continuou vindo.

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15/06/2009 às 17h01

O promotor de Cajazeiras Carlos Guilherme se defendeu nesta segunda-feira (15) da acusação de tentativa de homicídio e sequestrar a própria namorada na noite de ontem. Ele disse que foi agredido verbalmente pelo irmão da vítima, e por isso puxou a arma e atirou para o chão para afastar o pedreiro, que acabou sendo atingido no pé.

Ele acredita que as acusações têm o objetivo de prejudicar sua carreira.

Carlos Guilherme disse que foi até a casa de Patrício para pegar sua namorada, de pré-nome Fernanda, de 18 anos. "Quando cheguei até a casa e pedi para ele chamar Fernanda, meu pedido foi negado e sofri várias agressões verbais. Tentei questionar porque não poderia falar com minha namorada, mas só ouvi agressões".

O promotor ainda afirma que começou a ser acuado por Patrício e por isso puxou a arma para tentar afastar o pedreiro. "Puxei a arma e disse pra ele que não queria briga, mas ele continuou vindo. Então atirei para o chão para tentar expulsar ele dali", relata.

Ele conta ainda que após o tiro, ele entrou no carro e saiu do local com Fernanda, que entrou no automóvel por vontade própria. Carlos Guilherme afirma que nunca faria nenhum tipo de agressão a sua namorada. Ele também acusou Patrício de estar embriagado no momento do incidente.

O caso
A denúncia feita contra o promotor na noite de ontem dá conta de que Carlos Guilherme invadiu uma residência e tentou assassinar a tiros o irmão da própria namorada. O fato aconteceu por volta das 20h deste domingo, em uma casa da Rua João Ribeiro Campos, localizada no bairro do Pôr do Sol, em Cajazeiras.

De acordo com informações de testemunhas, o promotor havia se dirigido até a casa do pedreiro Patrício Silva, de 29 anos, a procura da namorada, mas foi impedido pelo rapaz de ter acesso a jovem.

Irritado, o promotor teria voltado ao carro, pego uma arma e na frente de várias pessoas teria até ameaçado atirar em uma criança de apenas dez anos de idade, que também é portadora de síndrome de down.

Ainda segundo depoimento de testemunhas à polícia local, o promotor chegou a atirar contra o irmão da namorada logo após uma tumultuada discussão.

Albineide Pereira, esposa da vítima, informou que o marido foi atingido e precisou ser submetido a uma cirurgia de emergência no Hospital Regional de Cajazeiras, para a retirada de uma bala que ficou alojada no pé.

Patrício Silva afirma que após ser atingido pelo disparo o promotor teria conseguido ‘pegar’ a namorada à força e tomar destino ignorado. A jovem, de acordo com informações do irmão, estaria apresentando há alguns dias vários hematomas pelo corpo.

Fonte: Portal Correio

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