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Em sessão do impeachment, senadora alfineta Sérgio Moro ao relembrar ‘Caso Concorde’ que acusa paraibano Cássio Cunha Lima. VÍDEO!

É também o juiz de um processo de um senador desta Casa, a famosa operação ‘Concorde’ ASSISTA AQUI!

Por Luzia de Sousa

12/05/2016 às 16h34 • atualizado em 12/05/2016 às 16h41

Ferrenha defensora da presidente Dilma Rousseff, a senadora Regina Sousa, do PT o Piauí, utilizou parte de seu discurso na noite desta quarta-feira (11), durante a sessão do impeachment, para ‘alfinetar’ senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB).

Ao cobrar imparcialidade da Justiça, a petista mencionou o ‘Caso Concorde’, que tem como um dos réus o senador Cássio Cunha Lima. Mesmo sem citar o nome do parlamentar paraibano, Regina Sousa lembrou que, há quatro anos, o processo aguarda uma decisão do juiz federal Sérgio Moro.

“O juiz Sérgio Moro foi o juiz do Banestado, junto com o mesmo procurador que persegue Lula em São Paulo; um escândalo maior que a Lava Jato… É também o juiz de um processo de um senador desta Casa, a famosa operação ‘Concorde’; uma chuva de dinheiro que aconteceu na capital de um país (Estado). (Moro) Está há quatro anos sem se pronunciar”, enfatizou.

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Em outro trecho de seu discurso, a senadora piauiense votou a mencionar o ‘Caso Concorde’, ao citar o empresário Olavo Cruz de Lira (Olavinho), acusado de arremessar mais de R$ 300 mil já janela de uma edifício em João Pessoa durante a campanha eleitoral de 2006.

Cássio Cunha Lima é alfinetado no Senado

Cássio Cunha Lima é alfinetado no Senado

“Temos a certeza que em algum momento a postura do Ministério Público, da Justiça Federal, da Polícia Federal e de outros vai mudar… Uma hora dessas, os Demostenes, os Carlinhos Cachoeiras, os Jovelinos, os Olavinhos e outros, os pilotos de helicópteros vão falar…”, disparou.

No final da noite do dia 27 de outubro de 2006, antevéspera do segundo turno das eleições, fiscais da Justiça Eleitoral compareceram ao Edifício Concorde, localizado na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, com o intuito de verificar a denúncia de distribuição de dinheiro para compra de votos. Ao se dirigirem ao local indicado, precisamente à sala 103, o proprietário do imóvel, Olavo Cruz de Lira, não impediu que os fiscais adentrassem ao estabelecimento.

No entanto, quando estavam deixando o prédio, os fiscais da Justiça Eleitoral foram informados por populares que alguém da sala 103 havia jogado alguns materiais para fora da janela, que acabaram caindo no telhado de proteção do estacionamento externo do Edifício Concorde. Depois disso, a Polícia Federal foi acionada.

Ao subirem ao telhado do estacionamento, fiscais da Justiça Eleitoral e agentes da Polícia Federal encontraram uma caixa e um saco contendo várias contas de água e energia elétrica quitadas, títulos eleitorais, camisetas amarelas, além de vários maços de cédulas de R$ 50,00, totalizando R$ 304.050,00.

Dois dias após, ao cumprirem mandado de busca e apreensão na sala 103 do Edifício Concorde, policiais federais apreenderam mais R$ 102.870,00 em espécie, uma pistola Calibre 380, computador, notebook, contas de água e energia, material de propaganda eleitoral e várias notas de controle de combustível. As duas apreensões em dinheiro totalizam, à época, R$ 406.920,00.

Paraíba Já

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