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Laureci sobre Aércio Pereira

Queria que estivesse vivo para pagar pelo que fez

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14/02/2008 às 09h43

A coordenadora do Centro de Defesa da Mulher em Cajazeiras, Márcia Barbosa de Souza, lamentou o fato do ex-deputado estadual Aércio Pereira não ter sido punido pelo assassinato de uma estudante, antes de morrer.

Em setembro do ano passado, Aércio foi condenado a 16 anos de prisão e teve os direitos políticos cassados por 18 anos; recorreu da decisão, mas acabou falecendo antes de sair a decisão da Justiça.

“Não imaginávamos que ele fosse morrer antes de cumprir a pena. Apesar do crime bárbaro que ele cometeu, não estamos alegres com a morte dele, pelo contrário, estamos decepcionados, porque queríamos que ele continuasse vivo para pagar pelo que fez e servir de exemplo para outros homens que tratam as mulheres com violência”, comentou a coordenadora do Centro.

A equipe do Centro de Defesa da Mulher acompanha os casos de violência doméstica, dando assistência às vítimas e orientando as mulheres sobre a Lei Maria da Penha.

Do Jornal da Paraíba

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