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DECA: um homem de sucesso

“Não esqueci, e jamais vou esquecer a cidade de Cajazeiras”. Com estas palavras, o empresário José Gonzaga Sobrinho, o Deca, reafirma o carinho pela sua cidade de origem e nega comentários de que com a instalação da distribuidora Rio do Peixe com sede em Campina Grande, passaria a deixar a cidade de Cajazeiras em segundo […]

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27/12/2007 às 10h04

“Não esqueci, e jamais vou esquecer a cidade de Cajazeiras”.

Com estas palavras, o empresário José Gonzaga Sobrinho, o Deca, reafirma o carinho pela sua cidade de origem e nega comentários de que com a instalação da distribuidora Rio do Peixe com sede em Campina Grande, passaria a deixar a cidade de Cajazeiras em segundo plano no comércio atacadista do estado.

Em rápida entrevista cedida ao radialista Edmundo Amaro, da Rádio Alto Piranhas, Deca, um dos maiores empresários da Paraíba, fala de desenvolvimento regional, comércio, esporte e política.

E.A.: Deca, enquanto conversávamos em off, ontem à tarde, você falava do crescimento da cidade de Cajazeiras. Você atribui esse crescimento a quem?

D.: Certamente uma cidade, ou uma nação, não cresce sem um bom administrador. Assim como numa empresa privada, é necessário que tenha um bom gestor à frente. Estamos passando por uma fase muito boa, não só Cajazeiras, como o Brasil, e como o mundo. E aquela cidade que tem um administrador que sabe aproveitar as oportunidades que o mundo está oferecendo, certamente ela vai pra frente. Com Cajazeiras não está sendo diferente

E.A.: então quer dizer que há, fundamentalmente, o dedo do prefeito Carlos Antonio nesse impulso do comércio de Cajazeiras?

D.: Claro. O gestor tem tudo a haver. Carlos Antonio tem feito um bom trabalho na nossa cidade. E não só ele, como a população, está aproveitando essa oportunidade em que a cidade se torna, hoje, líder, e que polariza essa região do Auto Sertão da Paraíba. E para mim, que sou daqui, tenho a grande satisfação de encontrar, cada vez que venho aqui, a cidade mais desenvolvida. O Grupo Rio do Peixe enxerga muito bem isso, e nós já estamos trazendo uma outra empresa para a nossa cidade, gerando emprego e renda, e é assim que eu enxergo Cajazeiras e o Sertão da Paraíba.

E.A.: muita gente chegou a pensar que você iria esquecer um pouco a cidade de Cajazeiras quando você levou a distribuidora Rio do Peixe para Campina Grande como sede. O que você diz sobre isso?

D.: Não vejo desta forma, que muitas vezes foi entendida, levar o centro do distribuição para Campina Grande. Tanto que imediatamente fiz um investimento que Cajazeiras precisa saber. Na época, eu adquiri a distribuidora Coca-Cola de Sousa, e unifiquei tudo em Cajazeiras, e imediatamente consegui adquiri a região toda de Sousa, que hoje é polarizada por Cajazeiras. Então, na verdade, não houve perda. A geração de emprego, de renda, foi substituída de imediato. E agora, mais uma vez, investindo em Cajazeiras, trago a Rio Motos, para que o povo do Alto Sertão, principalmente Cajazeiras, tenha mais opção para adquirir seu meio de transporte, porque nesta região, a moto prevalece como o melhor e o mais avançado meio de transporte para a população de baixa renda.

E.A.: Deca, falando o pouco de futebol, sabemos que no próximo ano o Grupo Atacadão Rio do Peixe não será o patrocinador oficial do Atlético Clube Cajazeirense. Mas, se for o caso de, por ventura, a diretoria precisar de uma ajuda, você estará pronto para ajudar?
D.: De fato, fui patrocinador por 10 anos. E para mim foi importante demais saber que o Atacadão Rio do Peixe participou da história desse clube, levando-o por três vezes ao topo do futebol paraibano, e continuarei sempre, porque essa região está no coração. Sobre essa questão de não ser mais o patrocinar, não fui procurado, nem estou sabendo como estão conduzindo isto, e é uma coisa que eu não entendo, por que o Atacadão Rio do Peixe não continua com o Atlético.

E.A.: Deca, falando um pouco de política, o Sertão inteiro está querendo saber a posição do empresário. Está chegando a hora de Deca também ser aquele homem público tão esperado e almejado pelo povo do Alto Sertão paraibano? Será que 2010 será a vez de Deca entrar de uma vez na política cajazeirense?

D.: Política é uma coisa dinâmica. Sempre participei direta ou indiretamente. Mas depois de 2004, me tornei extremamente empresário. Mas ainda sou um homem que gosto da política, e espero a oportunidade. E a oportunidade sempre chega. Não posso entrar na política para tentar lidar com as duas coisas: ser empresário e ser político. Tenho que preparar os meus negócios para que eu possa vir para a política me doando por inteiro ao povo paraibano. Não consigo fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Da redação do Diário do Sertão

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