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Padre muda ritual da missa por causa da "gripe A"

O pároco da cidade de Monteiro, Padre Carlinhos, está orientando os fiéis da Igreja Católica, que representam cerca de 80% da população monteirense, a terem maiores cuidados em relação ao contágio pelo vírus da Influenza A, aquele que provoca a "gripe da poica". O Pároco confirmou que todas as medidas devem ser tomadas pelas autoridades […]

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01/08/2009 às 09h44

O pároco da cidade de Monteiro, Padre Carlinhos, está orientando os fiéis da Igreja Católica, que representam cerca de 80% da população monteirense, a terem maiores cuidados em relação ao contágio pelo vírus da Influenza A, aquele que provoca a "gripe da poica".

O Pároco confirmou que todas as medidas devem ser tomadas pelas autoridades e deve haver amplas campanhas de divulgação para orientar principalmente as camadas mais carentes da população que não têm muitas vezes acesso a estas informações.

Padre Carlinhos confirmou também que algumas mudanças estão sendo implantadas durante a cerimônia da Santa Missa, também por orientação da Igreja Católica, entre elas, a oração do Pai Nosso, na qual os fiéis, agora não mais darão as mãos, e também a substituição do abraço e aperto de mão da fraternidade que também será evitado, além do recebimento da Hóstia Sagrada que não será mais entregue na boca do fiel e sim na mão, para evitar contatos com a saliva da pessoa em questão.

“Podemos substituir o abraço, o aperto de mão por um cumprimento, um aceno, são medidas necessárias neste momento mais preocupante desta pandemia terrível”, explicou.

O Padre Carlinhos aproveitou para fazer um alerta de que as medidas preventivas tratam-se todas de hábitos de higiene básicos que já deviam ser praticados pela população, e que não existe necessidade de tornar o problema maior do que a dimensão que ele tem.

“Não podemos também fazer esta doença afastar as pessoas, Monteiro é uma cidade que tem esta característica do carinho, do toque. As pessoas têm carência de serem tocadas, afagadas, então, eu, por exemplo, não vou deixar de cumprimentar as pessoas. Todos os dias eu aperto duzentas mãos, mas é claro que eu sei que quando chegar em casa é preciso lavar as mãos, é um hábito de higiene, que temos que ter sempre”, encerrou.

Fonte: Vitrine do Cariri

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