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Paraíba registra menor taxa de desocupado do Nordeste no 1º trimestre

O índice paraibano de desocupados caiu 0,6 ponto percentual, quando comparado ao 1º trimestre de 2018.

Por Assessoria

17/05/2019 às 09h08 • atualizado em 17/05/2019 às 09h42

Sine oferta vagas de empresa em Cajazeiras

A Paraíba registrou a menor taxa de desocupados entre os nove Estados da Região Nordeste no 1º trimestre deste ano, mesmo em um cenário econômico nacional ainda adverso. A primeira pesquisa de 2019 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), mostra que a taxa de desocupados encerrou no período de janeiro, fevereiro e março do Estado com 11,1%. O índice paraibano de desocupados caiu 0,6 ponto percentual, quando comparado ao 1º trimestre de 2018 (11,7%) e, praticamente, permaneceu estável sobre o último trimestre (11,1%).

No ranking do Nordeste neste 1º trimestre de 2019, a taxa da Paraíba (11,1%) se manteve isolada dos demais Estados da região, inclusive do Ceará (11,4%) com quem dividia até o ano passado os menores índices. Os demais Estados continuaram com tendência de alta como Piauí (12,7%) e Rio Grande do Norte (13,8%); enquanto outros cinco estados: Sergipe (15,5%); Alagoas (16%); Pernambuco (16,1%); Pernambuco (16,1%), Maranhão (16,3%); e a Bahia (18,3%) estão com taxas superiores à da própria Região Nordeste (15,3%), que permanece sendo a maior entre as cinco regiões do País de desocupados (veja o quadro com o ranking completo).

Paraíba tem índice nacional positivo– Mesmo com cenário ainda crítico na economia do País, o índice paraibano sobre desocupados também se destaca nacionalmente e positivamente no 1º trimestre. Além de ter a menor taxa de desocupados do Nordeste, a Paraíba mantém índice menor que as das regiões: Norte (11,7%); Sudeste (12,1%) e também do Nordeste (15,3%), além do próprio País (12,7%). No ranking das 26 unidades da Federação e o Distrito Federal, a Paraíba tem ainda o 8º menor índice do País.

Cai número de desocupados na Paraíba- Em números absolutos da PNAD Contínua, a desocupação caiu de 199 mil para 186 mil os trabalhadores desocupados na comparação do 1º trimestre de 2019 sobre o 1º de trimestre de 2018, o que representou uma queda de -6,6% no número de pessoas acima de 14 anos desocupadas no Estado neste ano. A força de trabalho da Paraíba é de 1,679 milhão de pessoas no 1º trimestre de 2019.

Já os setores que mais contribuíram na Paraíba com a melhora da ocupação no 1º trimestre de 2019 foram indústria geral (14,2%) e outros serviços (13,1%); além de alojamento e alimentação (6,8%); informações, comunicação, atividades financeiras e administração pública (1,4%); e administração pública, seguridade, educação, saúde (1,4%).

Cenário nacional e regional– Na passagem do quarto trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego subiu de forma estatisticamente significativa em 14 das 27 unidades da federação. As maiores taxas de desemprego foram registradas no Amapá (20,2%), na Bahia (18,3%) e no Acre (18,0%). Já em relação ao mesmo trimestre de 2018, a taxa subiu em quatro unidades da federação: Roraima (+ 4,7 p.p), Acre, (+3,6 p.p.) Amazonas (+ 2,0 p.p.) e Santa Catarina (+ 0,7 p.p.). Por outro lado, a taxa caiu em três estados: Pernambuco (-1,7 p.p.), Minas Gerais (-1,5 p.p.) e Ceará (-1,4 p.p.).

Houve aumento desse indicador em todas as cinco regiões do País: Norte (de 11,7% para 13,1%), Nordeste (de 14,3% para 15,3%), Sudeste (de 12,1% para 13,2%), Sul (de 7,3% para 8,1%) e Centro-Oeste (de 8,5% para 10,8%). A região Nordeste permaneceu registrando a maior taxa de desocupação entre todas as regiões. Na comparação anual a taxa recuou no Nordeste (de 15,9% para 15,3%) e Sudeste (de 13,8% para 13,2%). Em geral, as maiores taxas de desocupação continuam com os estados da Região Nordeste, enquanto as menores taxas nos da Região Sul.

“A situação do mercado de trabalho, marcada por elevado desemprego e subutilização da mão de obra, assim como pelo crescimento de ocupações típicas da informalidade, está generalizada em todo o País”, afirmou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

Conceito de pessoas desocupadas– O IBGE classifica como pessoas desocupadas aquelas que não estavam trabalhando, mas estavam disponíveis para trabalhar e também tomaram alguma providência efetiva para conseguir trabalho nos 30 dias anteriores à semana em que responderam à pesquisa (consultando pessoas, jornais, etc.).

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