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PARA TODOS OS GOSTOS E BOLSOS: Cajazeiras ganha mais opções de lazer durante os finais de semana

Diversificada, mas que cabe em todos os bolsos, os cajazeirenses e sertanejos voltaram a ter mais opções de lazer.

Por Luzia de Sousa

02/05/2018 às 17h04

Recentemente inauguradas a reforma e ampliação do Teatro Íracles Pires, em Cajazeiras pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), o espaço cultural vem investindo em programação para todos os públicos. Diversificada, mas que cabe em todos os bolsos, os cajazeirenses e sertanejos voltaram a ter mais opções de lazer, especialmente nos finais de semana.

Wanderley Figueirrdo, um dos representantes culturais da cidade, em participação no programa “Balanço Diário” da TV Diário do Sertão convidou os cajazeirenses e sertanejos a prestigiarem os espetáculos, e enalteceu a elevação da cultura a primeiro escalão.

No dia 4 de maio, uma sexta-feira, sobe ao palco do Teatro Íracles Pires o espetáculo “Oh! Terrinha Boa!”, com texto e direção do Coletivo (Jucinério Fêlix e Ricardo Lacerda). A peça é uma comédia que retrata a saga de uma família de nordestinos sertanejos que diante das dificuldades naturais imposta pela seca, o latifúndio e o poder político dos coronéis é forçada a deixar sua terra de origem e partir rumo a cidade de São Paulo na busca desesperada por melhores condições de vida. A dificuldade de moradia e emprego, bem como a adaptação ao grande centro, passa humilhação por não acompanhar a tal modernidade, por exemplo: andar de escada rolante, obedecer à sinalização do trânsito na qualidade de pedestre, esta família acaba dividindo com os moradores de rua um espaço debaixo de viadutos. Os temas básicos deste espetáculo são: Cultura Nordestina, Descriminação e Preconceito, Religiosidade e Êxodo Rural.

No dia 5, é a vez da peça “Uma mulher para Dois Maridos”, com texto de Eliseu Miranda e Campana e direção de Francisco Hernandez. O espetáculo conta a história de Oliva, uma jovem que se vê dividida entre o amor de dois homens, ou melhor, seus dois maridos. Há um ano, Olívia casou-se com Roberto e na noite de núpcias o mesmo caiu do navio em que viajavam antes da consumação da lua de mel. Olívia, desesperada, desiludida, consola-se nos braços de Arnaldo, seu amigo, por quem acaba se apaixonando e após um ano resolve casar-se novamente. Ao chegar em casa, após o casamento, os dois têm uma grande surpresa: Roberto está de volta! A partir desse inesperado reencontro o público irá se deparar com situações hilárias, pois os “dois maridos” passam a disputar a tão sonhada noite de amor com Olívia.

Já no dia 6, será a vez de “Trinca, mas não quebra”, que tem texto de Eliezer Rolim e direção de Francisco Hernandez. A peça é, na verdade, é uma festa de casamento na noite de Santo Antônio no interior do Sertão nordestino, mesclando superstições e recordações lúdicas dos fogos de artifícios nas amarras de uma desesperada paixão entre dois adolescentes. A peça é um drama de fogueira no sítio Umburanas, quando Terezinha, uma noiva de 15 anos, descobre morrer de amor por seu ex-namorado que se faz penetra para resgatar publicamente o sentimento que o sufoca, criando uma colagem de danças folclóricas e folguedos da cultura popular.

Os três espetáculos começam todos às 20 horas, com ingressos a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A Cajazeiras Produtora Cultura é responsável pela produção das peças.

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