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Aliado de Denise fala de traição, taxa candidatura de Cássio de “besta” e secretário da prefeita de “covarde”

O cajazeirense declarou que respeita a vontade livre do povo em votar no candidato a deputado federal Antonio Gobira. Assista ao vídeo completo aqui

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28/09/2014 às 20h56

O vereador Marcos Barros de Sousa (PSB) falou pela primeira vez esta semana no programa “Censura Livre” da TV Diário do Sertão da suposta traição na eleição da mesa diretora para o biênio 2013-2014.

Segundo o ex-presidente, ele foi procurado pelos colegas de oposição e situação para continuar a frente do legislativo. “Ia comunicar a prefeita, mas os vereadores resolveram contar um dia antes do documento assinado por 10 vereadores me prestando apoio”.

Perguntado sobre o “Pacote da Maldade”, ou seja, 20 projetos encaminhados pelo então prefeito Carlos Antonio quando foi derrotado pelo médico Léo Abreu, o vereador respondeu que não colocou em pauta porque seguiu o regimento da casa legislativa já que era presidente.

“Acho que não ficou nenhum arranhão entre o grupo de Carlos Antonio e eu porque segui o regimento, e os projetos tinham que passar pela comissão de transição”. Explicou o socialista

Salários
Marcos Barros declarou que não foi retirada de insalubridade dos servidores da saúde como foi propagado. “Não houve nenhuma retirada de benefício”.

Resposta
Sobre o requerimento apresentado pelo colega Jucinério Félix (PROS), no sentido de divulgar o nome dos filhos dos vereadores de Cajazeiras que chegam a ganhar R$ 8 mil de deputados votados na cidade, o socialista respondeu: "Foi negado pela maioria dos colegas"

2014
Mesmo confirmando não ter ido contra o deputado José Aldemir (DEM), Marcos Barros declarou que ficou com o governador Ricardo Coutinho por reconhecimento do trabalho realizado no município e em toda Paraíba. “Não rompi com Zé Aldemir, mas estou Ricardo Coutinho porque foi o governador que mais fez pela Paraíba”.

O vereador criticou duramente a candidatura de Cássio Cunha Lima (PSDB), que segundo ele, não havia motivo para existir, pois o tucano deve continuar no Senado, onde tem mais quatro anos de mandato.

“Ele foi levado por influência besta. Cássio não tinha por que se candidatar agora, pois Ricardo Coutinho está trabalhando e sendo reconhecido pelos paraibanos”. Alfinetou Marcos Barros

Contra
Perguntado sobre o posicionamento de um secretário da prefeita Denise, que divulgou para amigos não votar em Ricardo Coutinho, Marcos disparou: “É fraco e covarde. Não tem outro adjetivo”

DIÁRIO DO SERTÃO

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