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Jady ‘Bolt’ conta detalhes do encontro com o atleta; “me perguntam se ele é muito rápido”

“Me perguntam se ele é muito rápido”

Por Luzia de Sousa

24/08/2016 às 17h14

“Minha vida virou um inferno”, diz Jady Duarte, ou Jady “Bolt”, como foi apelidada após fisgar o jamaicano. Ela experimentou pela primeira vez o gosto da fama, e, ainda que o ache amargo, a carioca de 20 anos, moradora de Campo Grande, sonha dar uma vida melhor aos filhos, um menino, de 2 anos, e uma menina, que faz 1 no mês que vem. “Quero dar do bom e do melhor para eles. Vou aproveitar as oportunidades que surgirem”, planeja.

Ela não sabe bem ao certo que oportunidades são estas. “Quero poder comprar uma casa, em nome de Jesus”, diz ela, que é católica. Sobre Usain Bolt, Jady continua cheia de dedos. Diz que tem mais fotos com o supercampeão, mas garante que não são comprometedoras. “Ele não se importou de tirá-las comigo”, afirma. Por um momento, ela diz ter se arrependido de mandar para as amigas o registro das duas horas que passou com o herói olímpico jamaicano: “Como eu poderia saber que iriam vazar? Quando acordei e vi os compartilhamentos, pensei: ‘ferrou, o mundo inteiro vai saber’”.

Ela garante que nunca pensou em tirar proveito do atleta. Mas negociou entrevistas com dois tabloides britânicos, pelas quais pediu uma boa grana: “Já que aconteceu, vou tentar realizar algumas coisas”. Entre elas, fazer um curso de maquiagem: “Quero um dia maquiar as famosas”.

A morena de olhos azuis e longas madeixas (ela faz questão de dizer que não é megahair) conta que com Bolt só trocou gestos. “Nao falo inglês. Estava na boate e ele mandou o segurança me chamar. Quando vi o camarote cheio de mulheres não quis ir. Eu já estava pagando a conta para ir embora quando ele me chamou no táxi. O segurança disse: ‘você não vai? É o Bolt!’ Eu não liguei. Até o Bolt me fazer um sinal para sentar no banco e me deu um beijo. Aí, fui”, descreve Jady, que entrou com o atleta na Vila Olímpica: “Não tivemos problemas para entrar”.

Nem para sair. Jady garante que não foi paga para fazer sexo com o atleta. “Os cem euros que aparecem na foto ele me deu para pagar o táxi de volta para casa”, revela. Jady voltou a afirmar que na cama Usain Bolt é um homem normal: “Me perguntam o tempo todo se ele é muito rápido. Gente! Não quero entrar em detalhes”.

O velocista Jamaicano e seu encantamento brasileiro (Foto: Reprodução)

O velocista Jamaicano e seu encantamento brasileiro (Foto: Reprodução)

A família recebeu com surpresa a notícia de que a moça tinha fisgado Bolt. “Minha mãe me apoiou, não me criticou. Minha irmã, que é toda certinha, está horrorizada”, conta. Jady chama de mãe a tia que a criou.

A mãe biológica a abandonou com 1 ano de idade. Se reencontraram há cerca de um mês e meio, pouco antes de ela morrer, “Não é um assunto que me deixa confortável. Ela me pediu desculpas, me falou que era muito nova, não tinha a cabeça no lugar. Perdoei, mas não quis contato”, confessa.

Jady Duarte falou sobre o desempenho de Bolt
Jady Duarte falou sobre o desempenho de Bolt Foto: Márcio Alves / Agência O Globo
Posar nua, não

Sem trabalho, Jady conta com a ajuda da tia aposentada e com a pensão que o pai de um dos filhos paga mensalmente. Ela não sabe se a vida vai ser mais fácil agora. Diz que não faria qualquer coisa por dinheiro: “Não posaria pelada, por exemplo. Sensual sim, mas nua? Não tenho coragem”.

Créditos: Extra

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