No Metropolitano: A jornada de Marlene Santos pela saúde

Por Petson Santos – Recentemente, acompanhei minha mãe, Marlene Santos de Andrade, durante três dias no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita. A unidade é hoje a principal referência da Paraíba em cardiologia e neurologia. Estávamos ali para a realização de uma ablação — procedimento minimamente invasivo que utiliza cateteres e energia (térmica ou criogênica) para corrigir arritmias e restaurar o ritmo cardíaco.
Nada na vida acontece por acaso. Aqueles dias em um leito hospitalar foram, acima de tudo, uma lição sobre a importância dos filhos na vida dos pais. É um dever de amor retribuir o cuidado, a educação e o sacrifício daqueles que nos deram a vida. Após quatro meses de espera, a angústia deu lugar ao alívio: o procedimento foi um sucesso, “mainha” está bem e já recebeu alta.
Humanização que faz a diferença – Faço questão de registrar nesta coluna o atendimento de excelência que recebemos. Desde a equipe de limpeza e cozinha aos maqueiros, técnicos e enfermeiros, a tônica é a humanização. Destaco a atenção dos médicos Dr. Gustavo Fernandes e do meu conterrâneo sertanejo, o sousense Dr. David Queiroga. Ambos demonstraram um profissionalismo e uma empatia que dignificam a medicina paraibana.

Petson Santos, no Hospital Metropolitando ao lado de Socorro de Temístocle, de Bonito de Santa Fé e Verônica de Nova Olinda
Histórias de fé nos corredores – No cotidiano do hospital, cruzei com histórias que espelham a realidade de muitos paraibanos. Conheci Dona Maria, que aguardava sua cirurgia com uma fé inabalável e retornou para sua cidade para seguir o tratamento medicamentoso até a data do procedimento.
Também dividimos espaço com Vanessa, de Bonito de Santa Fé. Ela enfrenta um problema cardíaco genético e aguarda urgentemente por uma intervenção. Ao lado de sua mãe, Socorro de Temístocles, Vanessa mantinha o sorriso no rosto, tornando o ambiente hospitalar mais leve. É a prova de que, mesmo diante das maiores adversidades, a esperança e o sorriso são remédios fundamentais.
Ainda encontrei Verônica, Cida e o irmão delas, que acompanhavam o pai, o ex-vereador de Nova Olinda, Tião de Custódio, em busca de recuperação.
Que Deus abenções todos vocês e obrigado pela amizade.
Um patrimônio da saúde paraibana – Inaugurado em abril de 2018, fruto de um investimento superior a R$ 150 milhões, na época pelo governo de Ricardo Coutinho, o Hospital Metropolitano consolidou-se como uma das maiores obras de saúde da Paraíba. Com uma estrutura completa que vai da alta complexidade ao diagnóstico, a unidade cumpre seu papel de salvar vidas.
Fica aqui o meu agradecimento a todos que cuidaram da minha mãe e o meu desejo de que Deus abençoe cada profissional que dedica seus dias a zelar pelo próximo. No Metropolitano, vi que a técnica é importante, mas o cuidado humano é o que realmente cura.
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