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“Tesouro Perdido” é encontrado por mergulhadores em destroços de navio naufragado

Com o achado, uma solicitação para que mais duas missões exploratórias fossem realizadas foi enviada ao Ministério da Cultura de Zagreb, na Croácia.

Por Portal Diário

13/01/2020 às 16h21 • atualizado em 13/01/2020 às 16h30

“Tesouro Perdido” é encontrado por mergulhadores

Um grupo de mergulhadores europeus encontrou um cofre entre os destroços do navio “Rei da Itália”, que naufragou durante a Batalha de Lissa, ocorrida no Mar Adriático (que faz parte do Mar Mediterrâneo) em 1866. Ainda não se sabe qual é o conteúdo do cofre, mas de acordo com lendas locais a descoberta pode guardar objetos valiosos, avaliados em milhões de euros. Desde que foi encontrado, o objeto foi apelidada de “tesouro perdido”.

Os mergulhadores que encontraram o cofre eram liderados por Lorenzo Marovic. Com o achado, uma solicitação para que mais duas missões exploratórias fossem realizadas foi enviada ao Ministério da Cultura de Zagreb, na Croácia.

Apesar de extremamente perigosa devido a profundidade da embarcação, a missão foi uma aposta que pode dar muito certo para o grupo de mergulhadores, caso a existência do ouro seja confirmada. Um caso singular no mundo, já que nem todo mundo pode sair por aí em busca de tesouros perdidos. Talvez, o mais próximo que podemos chegar disso seja vencer algum prêmio em cassinos online, o que pode ser uma opção extremamente viável graças a grande variedade de caça-níqueis online.

Para Marovic, líder da missão, o conteúdo do cofre ainda é um mistério, mas que precisa ser trazido à superfície o mais breve possível.

“Dado que o ‘Rei da Itália’ jaz a 115 metros de profundidade e as imersões podem chegar a cinco horas, precisamos de equipamento adequado e mergulhadores preparados”, afirmou Marovic. “Não sabemos o que tem no cofre, mas acredito que, de qualquer forma, isso deve ser trazido à superfície”.

O ouro do “Rei da Itália”

De acordo com a lenda popular, o “Rei da Itália” transportava um grande carregamento de ouro no momento do seu naufrágio. A quantia em questão seria utilizada para custear o governo provisório da Itália, caso o país saísse vitorioso da batalha marinha travada contra a Áustria durante a 3º Guerra da Independência. Na época, o carregamento de ouro estaria avaliado em cerca de 250 libras, podendo chegar a dezenas de milhões de euros atualmente.

Se a existência do ouro for confirmada, a maior parte do tesouro será de propriedade do Ministério dos Bens Culturais da Croácia. Já a equipe de Marovic, que encontrou o cofre, deve ficar com cerca de 10% do conteúdo total.

Caçadores de Tesouro

Mesmo que pareça algo saído apenas das brincadeiras de nossa infância querida ou dos cinemas, existem diversos caçadores de tesouros ao redor do mundo, cujo trabalho é buscar riquezas perdidas ao longo da história.

O casal Adam Staples e Lisa Grace são caçadores de tesouros profissionais e, recentemente, tiraram a sorte grande ao encontrar com o auxílio de um detector de metais 2.571 moedas de prata que, segundo especialistas, datam de mil anos atrás. A descoberta, feita no noroeste de Somerset, na Inglaterra, está avaliada em cerca de R$ 25 milhões
“Fomos até lá durante o final de semana e conquistamos um jackpot”, afirmou Staples em entrevista. “É uma sensação incrível ter descoberto este tesouro espetacular. Temos sonhado com isto durante 15 anos e agora é realidade”, completou.

Segundo o casal, as moedas foram encontradas durante uma tempestade de raios, mas que eles só interromperam a procura ao ter certeza de que haviam recolhido todas as moedas. “Foi como se os deuses não quisessem que encontrássemos o tesouro escondido. Ficamos completamente ensopados, mas naquele momento isso não importava muito”, brincou Lisa.

Nige Mills, especialista em moedas e consultor do grupo de leilão Dix Noonan Webb, foi quem realizou os cálculos para verificar o quão antigas eram as moedas, chegando a uma data estimada em 1.066 e 1.072 anos. Com isso, foi possível chegar à conclusão de que as moedas datam do período do rei Haroldo II, o último rei anglo-saxão da Inglaterra.

Outro caso que chamou atenção ocorreu em 2015, quando mergulhadores encontraram na costa de Israel duas mil moedas de ouro.

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