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Conselheiro Federal repudia atitude da Gestão Municipal de Capim

Dr Ronaldo Beserra garantiu tomar as medidas cabíveis ao caso

Por PORTAL DIÁRIO com PB Vale

04/08/2018 às 10h50 • atualizado em 04/08/2018 às 11h14

Uma enfermeira do município de Capim, na Paraíba, foi demitida pelo prefeito duas horas após se negar ao pedido do gestor para transportar uma paciente para João Pessoa, pelo péssimo estado de conservação de uma ambulância da Secretaria de Saúde.

Em uma postagem na rede social, a enfermeira denunciou que, ao se negar transportar a paciente pelo risco que o veículo está causando a vida da população, foi demitida de imediato.

“Me neguei a colocar minha vida em risco e da paciente e não demorou 2 horas para ser demitida”, relatou.

O Conselheiro Federal, Dr Ronaldo Beserra, após tomar conhecimento do ocorrido através da imprensa da Paraíba, onde uma enfermeira para proteger o paciênte e para garantir o exercício legal da profissão, se negou a transportar um paciente em uma ambulância que não tinha as minimas condições de andar na Paraíba, solicitando ao gestor municipal providencias de um outro suporte.

Além de ser negado outro transporte juntamente com a secretaria de saúde, a profissional de enfermagem ainda foi advertida verbalmente para seguir viagem na ambulância.

A profissional se negou mais uma vez, para evitar que o paciente sofresse algo mais grave durante o trajeto ou até mesmo a ambulância sofrer danos maiores devido as suas más condições, o prefeito da cidade demitiu a enfermeira.

Dr Ronaldo Beserra garantiu que irá visitar o local, conversar com a enfermeira, levar o fato imediatamente ao Coren-PB para que o órgão faça a parte legal que o cabe e comunicar a justiça sobre essa demissão ilegal.

Post da enfermeira em sua rede social (Foto: reprodução / Facebook)

O Conselheiro Federal lembra ao gestor que existe um código de ética de todos os profissionais de profissões liberais e que o profissional se obriga a cumprir esse código quando se trata de proteger a vida do cidadão e garantir a profissão: “Se a enfermeira tivesse transferido o paciente sozinha, com risco de morte e em uma ambulância sem condições de estar circulando no estado, ou até mesmo sem o licenciamento, ela estaria infligindo todos os códigos de ética”, disse Dr Ronaldo.

“O gestor tem obrigação de manter uma ambulância com AGEVISA em dia, equipe completa para transportar o paciente com risco de morte, e caso não tenha essas condições, acionar o SAMU da base de Mamanguape para fazer a transferência”, concluiu Dr Ronaldo.

O Conselheiro lembra ainda que esta regulamentada na Paraíba uma lei para transporte seguro aos pacientes.

Fonte: https://pbvale.com.br/noticias/enfermeira-se-nega-atender-ocorrencia-em-ambulancia-em-situacao-de-risco-e-e-demitida-pelo-prefeito-de-capim/

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