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PB passa a ser área de risco de terremotos

A Paraíba poderá sofrer, novamente, as conseqüências de abalos sísmicos, cujos epicentros concentram-se na cidade de Taipu, no Rio Grande do Norte, que agora é considerada integrante do roteiro oficial do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília como área de risco de terremotos. Este ano já foram registrados dois tremores com epicentro no mesmo local […]

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14/01/2010 às 18h20

A Paraíba poderá sofrer, novamente, as conseqüências de abalos sísmicos, cujos epicentros concentram-se na cidade de Taipu, no Rio Grande do Norte, que agora é considerada integrante do roteiro oficial do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília como área de risco de terremotos.

Este ano já foram registrados dois tremores com epicentro no mesmo local com intensidades de 3.1 e 3.8 na escala de magnitude regional, que mede a intensidade de terremotos e é uma adaptação da escala Richter. No entanto, especialistas afirmam que tremores com intensidade acima de 6, na mesma escala, é que podem causar destruição, e alertam que a hipótese é remota de ocorrer um terremoto de tamanha intensidade no Brasil.

Hipótese

Especialistas na área de geociências não descartam a possibilidade de uma seqüência de abalos sísmico atingindo os estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. “Houve uma seqüência entre 1986 e 1990 no Rio Grande do Norte. Não podemos afirmar que é impossível haver novos tremores, mas como já foram registrados dois em curto espaço de tempo, a população pode esperar mais algum. Mas não há motivos para pânicos, pois não devem ocorrer terremotos com poder destrutivo”, afirmou Max Surier, professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal da Paraíba.

Parede racha em Campina
O coordenador da Defesa Civil, Ruiter Sansão, afirmou que vários chamados foram registrados ontem dando conta do abalo sísmico da última segunda-feira à tarde. Na residência da estudante Kalina Alves de Medeiros que mora na Rua Francisco Maria de Oliveira, no bairro da Palmeira, em Campina Grande, as paredes do banheiro chegaram a apresentar rachaduras.

”Eu não estava em casa, mas meu pai estava deitado na cama quando sentiu o abalo. Como não sabia do que se tratava ele não falou nada, mas quando o noticiário foi ao ar, ele acabou relatando para a nossa família que também havia sentido os tremores”, relatou a estudante.

Sem riscos
Ruiter Sansão explicou que os chamados foram todos monitorados conjuntamente com o Corpo de Bombeiros, mas que nenhum deles precisou ser atendido. “A maior parte destes chamados foi de pessoas cujas casas já possuíam algumas fissuras e que acabou aumentando mais, mas em todas as averiguações que fizemos, não conseguimos detectar nenhuma que representasse risco para os moradores”, concluiu.

Da Redação do Diário do Sertão
Com Jornal Correio da Paraíba

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