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Desembargador do TJ manda libertar Promotor de Cajazeiras em João Pessoa

O promotor do município de Cajazeiras, Carlos Guilherme Santos Machado, foi posto em liberdade no início da madrugada desta quinta-feira(31/12), em João Pessoa, após uma determinação do desembargador

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01/01/2009 às 11h28

/O promotor do município de Cajazeiras, Carlos Guilherme Santos Machado, foi posto em liberdade no início da madrugada desta quinta-feira(31/12), em João Pessoa, após uma determinação do desembargador do Tribunal de Justiça, Frederico Coutinho.

De acordo com o advogado de defesa, Eugênio Nóbrega, o promotor estava preso há 174 dias e a instrução criminal ainda não tinha sido iniciada, quando, segundo a lei, deve estar concluída em até 81 dias. “O parecer do sub-procurador geral, Nelson Lemos, reconheceu que nem a defesa e nem o réu foram culpados pela demora no processo e concluiu que era um constrangimento ilegal contra a vida e dignidade da pessoa humana deixa-lo preso”, disse Eugênio.

A decisão saiu no início da noite de quarta-feira, mas ele só foi liberado por volta de 1h da manhã, porque ainda tinha que ser preparado o alvará. Ele estava preso desde o dia 10 de julho, no Centro de Ensino da Polícia Militar, no bairro Valentina Figueiredo. “Após receber a notícia de sua soltura, fui para lá acompanhá-lo. Estavam lá ainda as suas duas irmãs e a namorada, o que prova que é mentira o que disseram que ela tinha ficado em cárcere privado”, disse Eugênio Nóbrega. A mãe do promotor não foi ao local receber seu filho, por se tratar de uma senhora com mais de 70 anos e com saúde debilitada.

O advogado contou que não tinha motivos para ele ter sido preso e acredita que também não há razões para que ele volte à prisão. “Ele deverá responder à ação penal em liberdade”, concluiu. Carlos Guilherme está na casa da família, em Cabedelo e foi impossibilitado de falar, pelo seu advogado.

O promotor foi preso acusado de atirar contra o pedreiro Patrício da Silva, seu cunhado, e torturar a namorada de 18 anos, além de mantê-la em cárcere privado. No dia 14 de junho, ele teria convidado sua namorada para sair e como ela teria se negado, houve uma confusão e o promotor atirou contra o pé de Patrício.

Da redação com Jornal Correio

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