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API e MPF se reúnem para discutir sobre exibição de presos na mídia

A presidente da Associação Paraibana de Imprensa (API), Marcela Sitônio, esteve reunida com representantes do Ministério Público Federal (MPF) na tarde desta quarta-feira (21) na sede da Procuradoria Geral da República em João Pessoa, na Paraíba, para tratar sobre a recomendação de não mais exibir imagens de presos na mídia sem prévia autorização. Através do […]

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21/10/2009 às 22h41

A presidente da Associação Paraibana de Imprensa (API), Marcela Sitônio, esteve reunida com representantes do Ministério Público Federal (MPF) na tarde desta quarta-feira (21) na sede da Procuradoria Geral da República em João Pessoa, na Paraíba, para tratar sobre a recomendação de não mais exibir imagens de presos na mídia sem prévia autorização.

Através do procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Duciran Farena, o MPF, expediu na quinta-feira (1º), uma segunda recomendação ao secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Gustavo Gominho, para que fosse proibida a exposição pública de detidos.

Segundo a recomendação, a persistência no descumprimento da orientação do MPF poderia determinar a responsabilização e punição dos que dessem causa, com bloqueio consequente dos repasses de verbas federais destinadas à Segurança Pública no Estado.

De acordo com a presidente Marcela Sitônio, na reunião (que também foi acompanhada por autoridades e representantes de Sindicatos e de empresas de comunicação) foi considerado que a recomendação do MPF provoca o cerceamento da liberdade de imprensa, fere o exercício do jornalismo e desrespeita o direito da sociedade de ter acesso à informação.

Argumentos
Diante dos argumentos expostos pelos representantes da mídia paraibana, ficou decidido que para reverter a recomendação emitida, ou mesmo para que seja realizada uma simples modificação, a API terá que apresentar uma proposta por escrito com a exposição de alternativas para que se possa chegar a uma solução equilibrada perante as partes interessadas.

Para Marcela Sitônio, a abertura das negociações para resolução do impasse entre mídia e Ministério Público representa um verdadeiro avanço e prova que a API, que se posiciona oficialmente contra a espetacularização da imagem de quem quer que seja, cumpriu o seu papel. Entretanto, a presidente continua considerando que tal recomendação é um ato de censura digno de reprovação.

A reunião foi iniciada por volta das 16h30 e também contou com a participação do Cel. Hamilton Cordeiro, o presidente do Sindicato dos Radialistas, Moisés Marques, e, ainda de presidentes e representantes de empresas de comunicação instaladas na Paraíba.

Do Portal Correio

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