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Vereador acusado de fraudar o INSS, preside metade das comissões da Câmara de Pombal

Enquanto o PT e o PMDB fecham aliança em nível nacional e lutam para que o mesmo aconteça na Paraíba, para as eleições de 2010, na cidade de Pombal, Sertão do Estado, acontece o contrário. As duas principais legendas do País vivem em conflito constante, seja nos programas das rádios locais ou na tribuna da […]

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21/10/2009 às 22h28

Enquanto o PT e o PMDB fecham aliança em nível nacional e lutam para que o mesmo aconteça na Paraíba, para as eleições de 2010, na cidade de Pombal, Sertão do Estado, acontece o contrário.

As duas principais legendas do País vivem em conflito constante, seja nos programas das rádios locais ou na tribuna da Câmara de vereadores – aonde o PMDB tem quatro dos nove membros.

Por ser a maior bancada, o partido comanda três (75%) das quatro Comissões permanentes da Casa de “Avelino de Queiroga Cavalcante”.

Nada demais, levando em consideração que a definição das comissões é baseada na representatividade de cada legenda, obedecendo ao que determina o Regimento Interno.

Dos nove integrantes do Poder Legislativo pombalense, quatro são do PMDB; um do PT; um do PTB; um do PR e dois do PSDB, sendo que este último tem apenas um representante nas comissões, por se tratar do partido do presidente da Casa, José William de Queiroga.

Apesar de ter quatro vereadores, o PMDB indicou Gilberto Ismael – “Beto Xau” – para presidir duas Comissões (de Finanças e Obras e Serviços). Em outra (Educação, Saúde e Meio Ambiente), Alcides Rodrigues (PMDB), é o presidente, enquanto que a bancada de situação, aliada à prefeita Polyana Feitosa (PT) comanda apenas uma (Constituição e Justiça), através do vereador Rogério Martins (PTB).

Beto Xau, que também é servidor da agência do INSS da cidade, foi um dos presos pela polícia federal, durante a operação “Gerião”, deflagrada em setembro de 2008, que desarticulou um esquema fraudulento de concessão irregular de benefícios previdenciários. Além dele, outros quatro funcionários e dois “atravessadores” foram presos.

O retorno
O peemedebista ficou cerca de três meses preso no presídio regional de Patos, e só foi solto depois de conseguir um habeas corpus, no Tribunal Regional Federal, no Recife, após o pagamento de R$ 8 mil de fiança.

Ele foi denunciado à Justiça Federal, pelo Ministério público Federal, da cidade de Sousa, sob acusação de conseguir para várias pessoas vantagem ilícita em prejuízo do INSS, mediante a realização de entrevistas fraudulentas e/ou uso de documentos ideologicamente falsos.

Ainda de acordo com a denúncia, o vereador praticou os delitos descritos no artigo 171 (estelionato), parágrafo 3°, combinado com o artigo 71, caput, todos do Código Penal.

NALDO SILVA
De Pombal

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