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Jeová diz que não participa de Frente em Defesa de Pro-Tempores na Paraíba

O deputado petista, Jeová Campos soltou o verbo contra os colegas parlamentares que votaram a criação da Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores Públicos estaduais da Paraíba. Jeová, que não compareceu a sessão, que aprovou por unanimidade, a criação da Frente, reagiu duramente ao esforço comandado pelo deputado Manoel Ludgério (PDT), líder de Oposição. O […]

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22/07/2009 às 17h46

O deputado petista, Jeová Campos soltou o verbo contra os colegas parlamentares que votaram a criação da Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores Públicos estaduais da Paraíba.

Jeová, que não compareceu a sessão, que aprovou por unanimidade, a criação da Frente, reagiu duramente ao esforço comandado pelo deputado Manoel Ludgério (PDT), líder de Oposição. O parlamentar situacionista abriu suas baterias contra a Frente e disse que ela é mero instrumento político: Não estive aqui ontem para votar na tal Frente, mas dela eu não participo. Eu só reconheço ser servidor, quem fez concurso. Sou contra a substituição de um por outro aliado político. Não faço isso na minha área, mas também não participo dessa brincadeira de investigar perseguição. Não existe perseguição. O que existe é pirotecnia".

Jeová defende a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê a efetivação de servidores que permaneceram no serviço público de 1988 até os dias atuais. O parlamentar do PT entende, ainda, que aqueles cujo ingresso se deu entre 1983 e 1988 também devem ser mantidos. Os demais, devem se conformar com o caráter temporário que suas funções tem: "A única forma é o concurso público. Eu defendo uma PEC que está tramitando no Congresso. Quem entrou no serviço público sem concurso depois de 1988, está em condição irregular", arrematou.

O líder de Oposição, Manoel Ludgério (PDT) informou que a primeira reunião da Frente deve acontecer em Bayeux. Segundo ele, a intenção é levar juízes, promotores e representantes do Ministério Público do Trabalho às cidades onde há denúncias de perseguição aos prestadores de serviço. "Vamos oferecer também uma assessoria jurídica para que essas pessoas possam se defender na Justiça e retornar a seus locais de trabalho", disse Ludgério.

Da Redação do Diário do Sertão
Com Parlamentopb

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