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Suspeito de queimar namorada por causa de tatuagem do ex tinha cobras de estimação

Animais foram achados carbonizados na casa incendiada.

Por G1

07/09/2018 às 12h11

Tatuagem com o nome do ex-namorado era motivo de discussões entre casal (Foto: Arquivo Pessoal)

Pelo menos duas cobras de grande porte foram encontradas carbonizadas em meio aos restos do incêndio que vitimou a jovem Bruna Jenifer Cirilo, de 21 anos, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. O companheiro da vítima, de 26 anos, é apontado como principal suspeito do crime.

Bruna está internada em estado grave na Santa Casa de Santos, com mais de 80% do corpo carbonizado. A casa de madeira, onde ela morava com o suspeito, ficava no bairro Jardim Oásis, e foi destruída no incêndio, ocorrido na madrugada de 24 de agosto. A família da jovem soube do fato na última semana.

Segundo a Polícia Civil, durante o processo de investigação, agentes do Instituto de Criminalística (IC) tomaram um susto ao encontrar, no chão de um dos cômodos, os restos mortais carbonizados de duas cobras. A presença dos animais na moradia foi confirmada pelo suspeito em depoimento.

Segundo ele, as cobras, uma jiboia (Boidae) e uma píton albina (Python molurus bivitattus), de aproximadamente dois metros de comprimento cada, eram animais de estimação, e eram alimentadas com filhotes de ratos vivos, criados na casa para esta finalidade em uma gaiola.

Casa de madeira ficou completamente destruída após incêndio (Foto: G1 Santos)

Nas redes sociais, ele também exibia imagens de outros insetos criados em casa. Bezouros, baratas, filhotes de lagartos e até porquinhos-da-índia eram mostrados. A maioria deles era mantida na residência e criada até a venda. Todos morreram carbonizados.

Além disso, testemunhas disseram que o suspeito tem envolvimento com o tráfico de drogas. Ele era amigo do ex-companheiro da vítima, preso pelo mesmo crime, e que tinha o nome tatuado no peito de Bruna. Para a polícia, isso teria motivado o desentendimento que culminou no crime. Ele também se incomodava com o fato de ela conversar com o ex pelo WhatsApp.

O rapaz chegou a ser detido, mas acabou liberado em seguida, após audiência de custódia. Em depoimento à Polícia Civil, ele negou ser o autor do crime, e alegou que, no dia, Bruna estava deitada com uma manta térmica, quando tentou acender um cigarro perto de um galão com gasolina guardado na moradia, e houve a combustão. O fogo teria se propagado para a manta.

Uma das cobras, uma jiboia, chamava-se Ísis. Ela foi achada carbonizada na residência (Foto: Arquivo Pessoal)

Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2018/09/05/suspeito-de-queimar-namorada-por-causa-de-tatuagem-do-ex-tinha-cobras-de-estimacao.ghtml

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