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Leonardo comemora 500 dias de mandato na AL

A semana passada marcou o início do recesso dos trabalhos na Assembléia Legislativa e marcou também os 500 dias da atual legislatura. O deputado Leonardo Gadelha (PSB) aproveitou a data para fazer um balanço do mandato e avaliar a produção do legislativo no primeiro semestre de 2008. Desempenhando o primeiro mandato, e recebendo elogios de […]

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24/06/2008 às 00h40

A semana passada marcou o início do recesso dos trabalhos na Assembléia Legislativa e marcou também os 500 dias da atual legislatura. O deputado Leonardo Gadelha (PSB) aproveitou a data para fazer um balanço do mandato e avaliar a produção do legislativo no primeiro semestre de 2008.

Desempenhando o primeiro mandato, e recebendo elogios de colegas e da imprensa, Leonardo tem buscado, como ele mesmo diz, uma atuação propositiva e voltada à melhoria de vida do povo paraibano. "Tento ouvir o que as pessoas esperam e busco sempre apresentar projetos que tenham reflexo positivo na vida de cada paraibano e paraibana".

Leonardo defende na Assembléia a bandeira da retomada das atribuições dos legislativos estaduais como forma de fazer com o que a atuação parlamentar tenha influência direta e decisiva na vida da sociedade. "O trabalho dos deputados estaduais vem sendo limitado pela constituição. Grande parte das atribuições fica nas mãos do Congresso Nacional, Câmaras Municipais ou Poder Executivo". Apesar dessa limitação o balanço que o deputado Leonardo Gadelha faz do trabalho dele, e da AL, nesses 500 dias é positivo.

"O resultado do trabalho na AL acaba sendo ambivalente: há fatos abonadores que melhoram nossa imagem e outros que prejudicam a nossa imagem perante a sociedade. Para se ter uma idéia, só neste semestre, foram aprovadas mais de 3 mil matérias". Apesar da grande quantidade de propostas aprovadas, Leonardo reconhece a pouca eficácia dessas matérias. "Por força da legislação, acabamos aprovando requerimentos e outros pleitos de menor importância. Por isso defendo a mudança nas atribuições para que os deputados possam, realmente, legislar".

Outro problema apontado por Leonardo foi o do acirramento dos debates na casa, reflexo do quadro político do estado. "Um problema que não diz respeito ao legislativo acabou chegando ao plenário e isso prejudicou os trabalhos na Assembléia". Para o deputado, a interferência se resolveu com uma reunião de todos os deputados há cerca de 2 meses. "Depois desse encontro a paz voltou ao plenário e ficou claro que com o diálogo e a boa vontade de todos os envolvidos o trabalho pode fluir de maneira tranqüila. O nível dos debates melhorou e importantes projetos foram aprovados na casa".

Projetos de Leonardo
A avaliação que Leonardo Gadelha faz da própria atuação parlamentar também é positiva. Fazendo uma retrospectiva dos projetos apresentados, Leonardo avalia que conseguiu atingir importantes objetivos.

Projetos como o que garante vagas aos idosos em estacionamentos públicos e privados, que foi aprovado por unanimidade, ou o que estabelecia teto nas taxas de inscrições de concursos públicos, este rejeitado, reflete na qualidade de vida da sociedade. "Se tivéssemos aprovado o projeto dos concursos estaríamos garantindo que pessoas de baixa renda pudessem disputar vagas em concursos, hoje impedidas por conta das altas taxas". Leonardo lembrou, ainda, de projetos como o que previa passe livre para gestantes residentes em cidades sem acompanhamento pré-natal para que pudesses se deslocar até as cidades com esse serviço.

Porto de Cabedelo
Uma importante luta travada por Leonardo desde o final do ano passado é pela reabertura e reestruturação do porto de Cabedelo. O trabalho já garantiu a inclusão do porto paraibano no PAC e trouxe esperança à comunidade portuária. "Há alguns meses estamos acompanhando a luta dos portuários e buscando soluções para o problema que não se restringe à Cabedelo. O porto tem influência direta na economia do estado e esperamos vê-lo funcionando em breve".

Segundo semestre
A expectativa de esvaziamento das casas legislativas por conta da eleição este ano preocupa Leonardo. Fato comum em todo o país, a intenção do líder do PSB é garantir a realização de, pelo menos, 2 sessões por semana para que os trabalhos da AL não sejam tão prejudicados. "Esse é um problema que se verifica até no Congresso Nacional, mas vejo como conseqüência das eleições a cada 2 anos. Defendo a unificação das eleições como solução definitiva". O parlamentar destacou que esse não é o único problema. "O poder público fica engessado durante alguns meses. Não pode haver demissões ou contratações, investimentos ou repasse da união e uma outra série de limitações legais que são necessárias, mas aconteceriam apenas a cada 4 anos se as eleições coincidissem".

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