header top bar

section content

Cássio, Cícero, Padre Adelino, Marcone Paiva e Jeová Campos estão inelegíveis

Nenhum deles poderá disputar as eleições deste ano,porque tiveram suas contas de campanha rejeitadas, ou melhor dizendo, reprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral

Por

05/03/2008 às 07h57

Tarcisio Marcelo foi só uma amostra do que vem por aí. O suplente teve as contas rejeitadas pelo TRE, recorreu ao TSE e perdeu, porque o TSE não admite recursos contra decisões administrativas dos Tribunais Regionais. Resultado: foi tomar posse no lugar de Romulo Gouveia e o TSE vetou. Está inelegível, como estão,entre outros da Paraíba, os vereadores Padre Adelino e Marcone Paiva, o deputado Jeová Campos, o senador Cícero Lucena e o governador Cássio Cunha Lima.

Nenhum deles poderá disputar as eleições deste ano,porque tiveram suas contas de campanha rejeitadas, ou melhor dizendo, reprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral, sem direito,como já se viu, a recurso perante o TSE.

Desse modo, fica claro que o senador Cícero Lucena não será candidato a prefeito e se diz que será, está blefando pois sabe que foi alcançado pelo mesmo veto que vitimou Tarcisio Marcelo. Da mesma forma o deputado Jeová, que se enfronha para ser candidato a prefeito de Cajazeiras, porém vai ficar só enfronhamento, e os vereadorea Adelino e Marcone, tidos como reeleitos, mas que não conseguirão registrar seus nomes na Justiça Eleitoral. Quanto ao governador Cássio Cunha Lima, não consta que ele tivesse pretensões de disputar algum cargo eletivo em outubro vindouro.

Fonte: Blog do Tião

Tags:

Recomendado para você pelo google

EM CAJAZEIRAS

VÍDEO: Ciro diz que Ricardo ‘prejudicou-se na sucessão’, mas elogia Azevêdo: “Seria uma honra no PDT”

PREOCUPADO

VÍDEO: Na Semana dos Pobres, bispo de Cajazeiras diz que “pobreza se avoluma cada vez mais nas cidades”

A OBRA PAROU?

Ex-vereador denuncia que terminal rodoviário de Sousa está abandonado: “Prefeito Tyrone não está nem aí”

PROJETO DE LEI

VÍDEO: Comentarista diz que críticas ao leilão de imóveis da Prefeitura de Cajazeiras é ‘politicagem’