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Jeová avalia 1° ano de mandato

Petista destaca curso de Medicina e verbas para o HRC

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01/01/2008 às 20h28

“Esse foi um ano de aprendizado e de acertos. Mas não significa dizer que também não tenhamos cometido erros”. É com esta afirmação que o deputado estadual Jeová Campos sintetiza sua avaliação sobre o ano de 2007 como representante de Cajazeiras na Assembléia Legislativa da Paraíba.

Na manhã dessa segunda-feira, 31, Jeová concedeu uma  entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Oeste da Paraíba, onde fez um balanço sobre os erros e acertos no seu primeiro ano como parlamentar.

Jeová cita a contemplação de Cajazeiras com o curso superior de Medicina como uma das mais significativas vitórias do ano de 2007, e se orgulha de ter participado de todo o processo de mobilização junto à população e ao reitor da Universidade Federal de Campina Grande, Thompson Mariz.

Outro grande momento apontado por Jeová foi a conquista do aumento de recursos para o Hospital Regional de Cajazeiras. Segundo o deputado, já estava mais do que na hora de tentar, no mínimo, equiparar o HRC ao Hospital da vizinha cidade de Sousa, que anualmente recebe, pelo menos, o dobro dos recursos financeiros de Cajazeiras.

“As pessoas de Cajazeiras não são menos importantes que as pessoas de Sousa. Portanto, situações iguais, tratamentos iguais.”, disse Jeová.

O deputado também falou sobre o momento político que atravessa o governo Cássio Cunha Lima. Segundo ele, os inúmeros atos ilícitos cometidos na campanha do atual governador da Paraíba, e que só agora foram descobertos e estão sendo julgados, está levando o Estado a uma forte crise institucional. 

Lamenta que o Estado esteja passando por esta situação, e defende que a justiça atue com firmeza e agilidade encima não só do caso do governador Cássio, mas também de qualquer outro nome da política que venha por em cheque a credibilidade dos atos eleitorais no país.

Jeová ainda comentou sobre os boatos de que sua posição em relação ao candidato a prefeito de Cajazeiras pela oposição, Léo Abreu, poderia mudar caso José Maranhão assuma o governo do estado nas próximas eleições.

Conta-se que com Maranhão no poder, Jeová provavelmente indicaria um outro nome para a candidatura, ou até mesmo ele próprio seria o candidato. Sobre este assunto, o deputado prefere ser cauteloso. Segundo ele, é fundamental apenas que a “família” (PT, PMDB, PSB, PC do B e PTB) esteja unida pensando no melhor para Cajazeiras, e que os problemas políticos existem, mas serão superados.

Jeová afirma que “o senador Maranhão, como uma grande liderança que é, assumindo ou não o governo, precisa ser ouvido nesse processo político de Cajazeiras”. E diz ainda que no dia 30 de junho, data “x” do calendário eleitoral, segundo ele, os partidos terão a oportunidade de expor suas pretensões. Na sua opinião, qualquer decisão política depende do jogo que será jogado em 2010.

JOCIVAN PINHEIRO
Da redação do DIÁRIO DO SERTÃO

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