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Vice-presidente do Senado, Veneziano aparece pela 6ª vez no grupo dos 100 mais influentes do Congresso

Esta é a 6ª vez que Veneziano é inserido no seleto grupo – sendo três vezes quando ele exercia mandato de deputado federal e três vezes como Senador da República

Por Portal Diário com Assessoria

01/09/2021 às 06h57 • atualizado em 02/09/2021 às 07h15

Veneziano Vital do Rêgo - senador paraibano. (Foto: divulgação).

O Vice-presidente do Senado Federal, Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) foi eleito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – Diap um dos 100 “Cabeças” do Congresso Nacional. A série é uma publicação anual, que apresenta os 100 parlamentares mais influentes do Congresso, considerando diversos critérios. Esta é a 6ª vez que Veneziano é inserido no seleto grupo – sendo três vezes quando ele exercia mandato de deputado federal e três vezes como Senador da República.

A exemplo de 2019 e de 2020, este ano o Diap fez novamente uma menção especial a Veneziano, considerando-o “referência” em temas como Economia e Desenvolvimento Regional e lembrou sua posição de vice-presidente do Senado, citando-o como “parlamentar experiente e respeitado por seus pares”, além da “credibilidade, a urbanidade no trato, o controle e o equilíbrio emocional, a calibragem nos conteúdos, a habilidade no uso das palavras e a discrição”.

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O Diap fez uma referência direta ao caráter “Debatedor” de Veneziano, afirmando que ele, “sem abrir mão de suas convicções políticas, respeita a vontade da maioria”. De acordo com a publicação, os debatedores “são parlamentares ativos, atentos aos acontecimentos e principalmente com grande senso de oportunidade e capacidade de repercutir, seja no plenário, na imprensa ou nas redes sociais, os fatos políticos gerados dentro ou fora do Congresso Nacional. São, por essência, parlamentares extrovertidos, que procuram ocupar espaços e explorar os assuntos que possam ser notícia”.

Afirma também que são “conhecedores das regras regimentais que regem as sessões e o funcionamento das Casas do Congresso Nacional, exercem real influência nos debates e na definição da agenda prioritária. Com suas questões de ordem, de encaminhamento, discussão de matérias em votação e obstrução do processo deliberativo dominam a cena e contribuem decisivamente na dinâmica do Congresso. São os parlamentares mais procurados pela imprensa”.

PERFIL TRAÇADO PELO DIAP SOBRE VENEZIANO VITAL:

Trajetória na vida pública – Iniciou a trajetória na política com a eleição para vereador de Campina Grande, exercendo dois mandatos. Na sequência, foi eleito prefeito de Campina Grande, cargo que também assumiu por dois mandatos consecutivos. Cumpriu um mandato de deputado federal.

Atuação político-parlamentar – Vice-presidente do Senado Federal, titular da Comissão de Assuntos Econômicos, Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo, Comissão de Meio Ambiente, Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, Conselho da Ordem do Congresso Nacional, além de Frentes e Grupos Parlamentares, tendo assumido missões nacionais e internacionais importantes, em nome do Senado da República e do Congresso Nacional. Já foi líder partidário e de bloco parlamentar.

Especialização técnica – Parlamentar com perfil municipalista, autor da PEC 86/2019, que tramita no Senado Federal, e dispõe sobre a atualização monetária dos repasses de recursos federais aos municípios. Foi relator da PEC 72/2019, que altera o artigo 84 da Constituição Federal, para prever a proibição da concessão de indulto a condenados por crimes contra a administração pública, exceto se apresentar caráter humanitário. A PEC 72 continua tramitando no Senado Federal. Também é autor da PEC 86/2019, que dispõe sobre a atualização monetária dos repasses de recursos federais aos municípios; e do voto em separado que derrubou, no Senado, os decretos presidenciais sobre as armas.

SOBRE OS “CABEÇAS”

Esta é a 28ª edição de Os “Cabeças” do Congresso Nacional, publicação que, desde sua primeira edição, é referência e leitura obrigatória entre parlamentares, autoridades do Poder Executivo, dirigentes partidários, sindicais e empresariais, estudiosos, formadores de opinião e demais interessados no processo decisório no Poder Legislativo.

“A metodologia utilizada, os critérios adotados, a ausência de vícios ou preferências na indicação dos nomes, aliados à experiência e seriedade de nossa equipe técnica, são a garantia de tratar-se de um trabalho diligente e criterioso e, portanto, digno de credibilidade”, diz o Diap, na publicação.

A metodologia desenvolvida pelo DIAP identifica os parlamentares “com mais habilidades para elaborar, interpretar, debater ou dominar regras e normas do processo decisório”, fornecendo à sociedade uma radiografia dos principais interlocutores – partidários, profissionais, ideológicos ou de grupos políticos – no Congresso Nacional, em “um rápido perfil com resumo das principais habilidades dos parlamentares que realmente exercem influência no processo decisório do Poder Legislativo”.

O Diap afirma que o parlamentar inserido no grupo dos 100 “Cabeças” do Congresso é alguém “hábil, experiente, especializado, ou que detém recursos – materiais, econômicos, organizacionais, humanos, técnicos, partidários, ideológicos ou regionais – e capacidade de convertê-los em poder e, portanto, em liderança”, classificando os operadores-chave do processo legislativo em cinco categorias: debatedores, articuladores/organizadores, formuladores, negociadores e formadores de opinião.

Entre os atributos dos parlamentares que compõem o grupo, o Diap destaca “a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”, ou seja: “é o parlamentar que, isoladamente ou em conjunto com outras forças, é capaz de criar seu papel e o contexto para desempenhá-lo”.

A lista foi elaborada a partir de uma pesquisa feita pelo Diap junto a deputados e senadores, assessores do Senado e da Câmara, jornalistas, cientistas e analistas políticos, além de um minucioso exame das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica, pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência com que é citado na imprensa, temas preferenciais, cargos públicos exercidos dentro e fora do Congresso, relatorias de matérias relevantes, forças ou grupos políticos de que faça parte, além da análise dos perfis políticos e ideológicos de cada parlamentar.

O Diap considera ainda que as posições ocupadas, cargos formais ou informais, como presidência de comissões, lideranças, vice-lideranças, relatorias, missões partidárias, direção da Câmara ou do Senado e a reputação entre os colegas “são fundamentais para o ingresso nesse clube restrito” e que “o saber, o equilíbrio, a prudência, a credibilidade e a respeitabilidade, ao lado da experiência, são atributos que credenciam um parlamentar perante seus pares e abrem caminho para influenciar no processo decisório”.

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