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Veneziano Vital preside sessão do Senado que aprova “Vale Gás” para famílias brasileiras de baixa renda

O valor do benefício será equivalente a, no mínimo, 50% da média do preço nacional de referência do botijão de 13 quilos

Por Portal Diário com Assessoria

21/10/2021 às 13h00 • atualizado em 21/10/2021 às 13h04

Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) - vice-presidente do Senado Federal. ( Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado).

Em sessão presidida pelo Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Vice-presidente do Senado Federal, foi aprovada na última terça-feira (19), por 76 votos favoráveis e um voto contrário, o substitutivo ao Projeto de Lei que cria subsídio destinado a famílias de baixa renda para a compra de botijões de gás de cozinha, uma espécie de “Vale Gás”. O texto retornará à Câmara dos Deputados.

Com prazo de vigência de cinco anos, o auxílio Gás para os Brasileiros será destinado às famílias inscritas no CadÚnico, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional, ou que tenham entre seus membros, residentes no mesmo domicílio, quem receba o benefício de prestação continuada (BPC), sendo dada preferência às mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência.

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Senador Veneziano em sessão do Senado Federal. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado).

Além de presidir a sessão que aprovou o benefício, como Vice-presidente do Senado Veneziano articulou junto aos colegas a aprovação da matéria, destacando sua importância e alcance social. “Famílias que, naturalmente, tem dificuldades em se manter, nesta pandemia tiveram suas dificuldades ampliadas; e ainda mais convivendo com os sucessivos reajustes no preço do gás de cozinha. Então, esse projeto vem em ótima hora”, afirmou o senador paraibano.

O valor do benefício será equivalente a, no mínimo, 50% da média do preço nacional de referência do botijão de 13 quilos, sendo o pagamento do benefício feito preferencialmente à mulher responsável pela família.

Fonte dos Recursos – O subsídio terá como fontes de custeio os royalties devidos à União em função da produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção; parcela da receita de comercialização do excedente em óleo da União; bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural; os dividendos da Petrobras recebidos pela União e outras dotações orçamentárias.

O texto original previa que o subsídio seria custeado com recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), incidente sobre a importação e a comercialização da gasolina. Porém, o relator do projeto, senador Marcelo Castro (MDB-PI) alterou esse dispositivo, recebendo a concordância de Veneziano.

“Com relação à fonte de custeio, eliminamos qualquer aumento da Cide. A nossa carga tributária já é por demais elevada e, além disso, haveria um indesejável impacto inflacionário. As fontes de custeio são relacionadas à produção de petróleo e de gás natural. Havendo aumento do preço do petróleo e, consequentemente do GLP (gás liquefeito de petróleo), a arrecadação dessas fontes também crescerá. Assim, tende a ser mantido o equilíbrio das receitas e das despesas do auxílio Gás para os Brasileiros”, explicou o relator.

O universo dos beneficiários escolhidos é o mesmo da Tarifa Social de Energia Elétrica. O valor do benefício, de, no mínimo, 50% do preço do botijão, é uma solução de compromisso que permite, dentro da limitação das fontes de custeio, atingir um grande número de famílias, semelhante ao do Programa Bolsa Família, avaliou o relator.

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