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Jeová anuncia apoio a Couto para o Senado, mas quer PT junto de Maranhão

O deputado Jeová Campos (PT) disse na tarde desta terça-feira 04 que a reunião da Executiva do PT realizada na noite de ontem, a revelia do presidente estadual do partido, o deputado Federal Luiz Couto, não significa uma tentativa de isolamento do presidente. Para ele, Couto tem legitimidade para retomar as suas atribuições como presidente, […]

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04/08/2009 às 18h55

O deputado Jeová Campos (PT) disse na tarde desta terça-feira 04 que a reunião da Executiva do PT realizada na noite de ontem, a revelia do presidente estadual do partido, o deputado Federal Luiz Couto, não significa uma tentativa de isolamento do presidente.

Para ele, Couto tem legitimidade para retomar as suas atribuições como presidente, para governar o partido até a data das novas eleições, que acontecem no próximo mês de novembro e se for reeleito continuar no poder.

“O regulamento da direção nacional do PT estabelece um conjunto de prazos a serem observados e a convocação da executiva tinha a finalidade de não perder estes prazos, pois se perdermos os prazos corremos o risco de não participarmos das escolhas para eleições estadual e nacional”, explicou.

Jeová disse também que pessoalmente não tem nada contra Couto, inclusive, apoiará sua candidatura a senador. No entanto, afirmou discordar do seu posicionamento contra o governador José Maranhão (PMDB).

“Luis Couto continua meu candidato a senador. Apenas acho que ele estabeleceu uma disputa política equivocada, entendendo que não deve participar do atual governo, o mesmo governo que ele foi para ruas pedir para o povo votar na chapa do PMDB”, afirmou.

“Este PMDB é o mesmo, que tem como candidato José Maranhão. Não mudou nada de lá para cá. Então, não há razão para ele dizer que só será candidato na chapa A ou B”, acrescentou.

Com relação à crise interna do PT e as acusações de que Couto relaxou na presidência para cuidar de um projeto pessoal, o deputado disse entender que o presidente precisa cumprir o regulamento interno do partido, sobretudo, os termos que disciplinam o processo de eleições diretas (PED), caso contrário, todos os filiados serão prejudicados.

“O PT entrou numa dificuldade de direção desde quando as leituras e conjunturas permitiram distanciamento das lideranças partidárias. No entanto, não temos o direito de por diferenças conjunturais nos distanciarmos e sim procurar superar as divergências internas”, sustentou.

Além de Jeová, participaram da reunião o deputado Rodrigo Soares, o secretário geral do PT, Josenilton Feitosa, o ex-deputado Frei Anastácio, o vice-governador Luciano Cartaxo, e a secretária estadual de Desenvolvimento Humano, Giucélia Figueiredo. Todos da ala petistas ligada ao Governo do Estado.

Jeová também anunciou que na próxima segunda-feira 10 acontecerá uma nova reunião, desta vez com presença de todas as tendências do partido.
  
Fonte: Wscom

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