Um país de maricas, é possível?
O ato de prantear seus mortos está enraizado na própria existência humana. Registros arqueológicos e paleontológicos revelam que os homens, em suas diversas modalidades e experiências de vida, em épocas as mais remotas, já expressam múltiplas formas de relação com a morte. E, sobretudo, revelam práticas e costumes que reverenciam, de formas diversas, aqueles que […]
