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Francisco Inácio Pita

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A falta da humanidade humana

07/03/2022 às 23h08

Coluna de Francisco Inácio Pita. (Foto: ilustrativa - reprodução/internet).

Por Francisco Inácio Pita

A falta de tolerância, de respeito ao outro, de seguir as leis divinas, de amor ao próximo está atingindo boa parte da população mundial, muitos pensam apenas no poder e no dinheiro, e nunca imagina que tudo isso fica na terra no final da vida. São benefícios para quem usufruem, mas muitos estão se distanciando da boa convivência humana, a falta de humanidade nos poderes dominantes está cada vez mais acentuada.

Com o aparecimento das drogas ilícitas, principalmente entre os mais jovens, tem sido o terror de uma parte da nova geração, esse mal do século vem envolvendo todos os setores da nossa sociedade, a falta de amor, de compromisso com a paz, de segurança pessoal, de seguir os mandamentos sagrados e outros pontos de bondade, que deveria ser praticada pela humanidade está ficando cada vez mais ausente no planeta terra.

A falta de humanidade e respeito na divisão dos recursos públicos em nosso país é claramente visível, muitos ganhando pouco ou quase nada e poucos ganhando muito de forma injusta, porque uma parte da população não se organiza e escolhe maus gestores e legisladores. São tantas leis existentes em nosso Brasil, principalmente as que protegem os administradores do serviço público e aqueles que compõe e criam leis, se não mudar, o pobre vai continuar cada vez mais pobre, já o rico vai prosseguir aumentando o seu patrimônio e sendo de forma injusta um ser dominante.

O que falta no ser dominador é dividir um pouco do seu pão com a pobreza. Será que é falta de amor ao próximo? Ganância pelo seu patrimônio? Falta de Deus no coração? Depois de tantas indagações acredito que todas estão corretas. E sendo verdade, somente Deus com sua ação poderosa no amor poderá mudar esse quadro de injustiça social existente em nosso país.

Se você visitar a periferia das cidades brasileiras, verá o grande índice de pobreza, tem muitas famílias passando fome, comendo apenas uma vez por dia, enquanto a maioria dos poderes legislativos e executivos vive sugando os recursos dos nossos impostos. Não sei se vale apenas escolher um deputado federal e um senador para nos representar, mas infelizmente a lei obriga a participar do processo eleitoral. Será que os gestores do serviço público estão cumprindo o papel de nos representar de forma justa? Ou vão continuar como vemos em várias cidades do Brasil os poderosos aumentando o seu patrimônio e o povo sendo mal assistido? “Perguntar não ofende e eu acrescento: perguntar não ofende desde que a pergunta não atinja dignidade pessoal do indagado.”

Logo na criação do universo e conforme o relato da sua história, sempre teve ser dominante e ser dominado, e da forma que está à tendência vai perdurar por muitos anos ou talvez por muitos séculos. A necessidade muitas vezes nos obriga a submeter-se a determinada situação mesmo de forma honesta, mas muitas vezes nos tornamos escravos para conseguir a nossa sobrevivência, a falta de entender que tem um ser supremo e divino, faz com que muitas pessoas detentoras de bons recursos financeiros, sentir-se um ser maior e em troca pratica com seus semelhantes à escravidão fria, nessas ações vemos claramente a falta de humanidade humana.

Para quem tem fé, entende que Deus projetou o universo para o amor e enviou o seu filho Jesus para dar bom exemplo de vida. Jesus em sua passagem na terra transmitiu o verdadeiro amor, apesar de ser Deus não julgou ninguém, e seus ensinamentos foi confundido pelos poderosos do poder naquela época e boa parte do próprio povo. Ele veio para que a própria humanidade entendesse o verdadeiro amor, mas infelizmente uma parte da população naquela época e até agora continua sem entender o verdadeiro papel de Jesus na Terra. Ainda hoje se vê muitas pessoas que não conhecem Jesus Cristo e não se aproximam dos seus ensinamentos.

Com a influência das redes sociais e a sua transmissão no planeta terra, transformando as comunicações mais rápido e eficiente, aumentando a cada dia a velocidade de se comunicar, podemos observar muitas mudanças em todo universo. Algumas pessoas usam para fazer o bem e facilitar a vida da humanidade, já outra parte da população está usando as redes sociais para destruir a boa convivência humana. As redes sociais foram projetadas para fazer o bem e facilitar o trabalho da vida humana, tem um papel importante em diversos setores da nossa sociedade, como: comércio, educação e aprendizagem, administração de forma geral, e enfim, ajudou a transformar e continua auxiliando na transformação tecnológica do universo. O triste é ver um invento tão importante, ser usado por bandidos, traficantes de drogas ilícitas, estelionatários e outros para praticarem o mal. Talvez por falta de cumprimento das regras específicas de segurança, ou ainda por falta de uma fiscalização intensa da parte dos servidores de internet. Seria bom se o sistema pudesse eliminar os usuários que praticam atrocidades nas redes sociais, e encontrasse uma forma de retirar a sua conta do ar.

Outro ponto que falta em nosso país são leis mais rígidas, existem muitas lacunas, são espaços abertos para proteção do cidadão que tem muitas vezes os seus direitos prejudicados, mas termina protegendo bandido que devia passar mais tempo preso. Quantas pessoas do mundo do crime são presas ou apreendidas no caso de menoridade, e essas pessoas são levadas à presença do judiciário, muitos deles têm várias passagens por mês na polícia, mas infelizmente com base na lei é liberada para responder em liberdade, a maioria dos acusados pratica um novo o assalto, volta a ser preso ou apreendido e é liberado novamente para responder em liberdade. Esse quadro deve ser mudado, mas sem mudar algumas leis é impossível.

A mudança das leis depende do poder legislativo, são os senhores deputados federais que tem o poder de criar uma PEC, mas ao que parece eles não têm o menor interesse em mudar as leis criminais de nosso país. Porque será que eles não querem mudar as leis? Será que tem algum político grande vivendo no meio ilegal? Perguntar não ofende e eu acrescento: perguntar não ofende desde que a pergunta não atinja dignidade pessoal do indagada. A pergunta foi direcionada para quem de direito responder.

Quero finalizar um trabalho pedido a Deus que proteja a nossa humanidade, dando aos injustos o saber de descobrir que está fazendo o mal e o transforme em uma pessoa do bem. Que os nossos legisladores e gestores de todo país descubram uma forma de servir mais e se aproximem urgentemente do seu verdadeiro objetivo, que é nos representar de forma correta e não levar para casa, deixe de proteger somente os seus familiares, amigos e correligionários, esses fatos são vistos claramente no meio de muitas gestões públicas do nosso país, infelizmente em muitas administrações é de fazer vergonha. Se gostou do meu artigo muito obrigado, mas não gostou não fique com raiva de mim, porque eu só sei querer bem.

Francisco Inácio Pita

Francisco Inácio Pita

Francisco Inácio de Lima Pita é Radialista e Professor Licenciado em Ciências e Biologia pela UFPB e UFCG respectivamente. Atualmente é professor aposentado por tempo de serviço em sala de aula, escritor dos livros CONCEITOS E SUGESTÕES PARA VIVER BEM O MATRIMÔNIO, AS DROGAS E A RETA FINAL DA VIDA E VARIAÇÕES POÉTICAS e tem outros livros em andamentos, mora atualmente na cidade de São José de Piranhas – PB. Produz e apresenta todos os sábados o Jornal Terra News pela Rádio Terra Nova FM, 88.7 MHz. E-mail: pittadoradio@gmail.com

Contato: pita.sjp@ig.com.br

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Francisco Inácio de Lima Pita é Radialista e Professor Licenciado em Ciências e Biologia pela UFPB e UFCG respectivamente. Atualmente é professor aposentado por tempo de serviço em sala de aula, escritor dos livros CONCEITOS E SUGESTÕES PARA VIVER BEM O MATRIMÔNIO, AS DROGAS E A RETA FINAL DA VIDA E VARIAÇÕES POÉTICAS e tem outros livros em andamentos, mora atualmente na cidade de São José de Piranhas – PB. Produz e apresenta todos os sábados o Jornal Terra News pela Rádio Terra Nova FM, 88.7 MHz. E-mail: pittadoradio@gmail.com

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