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VÍDEO: Ex-secretária de Saúde de São José de Piranhas recorda dramas da pandemia: “era sinônimo de morte”

Neuma Cavalcanti contou detalhes de sua trajetória como profissional da saúde e como foi enfrentar a Covid-19

Por Priscila Tavares

30/01/2024 às 15h45

O Interview Personalidades recebeu a secretária de políticas Públicas de São José de Piranhas, a enfermeira Neuma Cavalcanti de Figueiredo, que falou sobre sua trajetória de vida e da carreira profissional.

Neuma é formada em Enfermagem, especialista em Nefrologia, Saúde Mental, Saúde da Família e doutora em Psicanálise Clínica. Filha de pais agricultores, ela contou que casou muito jovem, aos 16 anos, e foi morar na Bahia, onde viveu por 20 anos.

“Eu estudei, construi boa parte da minha vida por lá. Lá eu terminei o ensino médio, fiz o curso técnico em Enfermagem, trabalhei na área um tempo. Depois fiz Enfermagem de nível superior, na faculdade de feira de Santana, que era onde eu morava”, revelou.

Ela contou que fez uma curso de nefrologia onde se identificou com a área e trabalhou por muitos anos no setor de hemodiálise.

Neuma Cavalcanti, secretária de políticas Públicas de São José de Piranhas (Foto: TVDS)

A enfermeira já foi secretária de Saúde em São José de Piranhas e contou que inicialmente, quando recebeu o convite para assumir a pasta, não queria, mas resolveu aceitar e continuar o trabalho de sua antecessora.

“Eu continuei o trabalho da melhor forma que eu pude e tentando melhorar tudo aquilo que poderia ser melhorado. Eu achava que ia ficar menos tempo, até que eu resolvi dar uma parada na saúde, mas é uma área que eu amo”, pontuou.

Durante sua atuação como secretária, Neuma destacou que o principal desafio que enfrentou foi a pandemia da Covid-19.

“O principal desafio foi enfrentar dois anos de pandemia. Foi muito difícil. Toda uma equipe preparada, as Unidades Básicas de Saúde, o Hospital, todo mundo junto. Teve que ser feito escalas especiais para poder os profissionais não adoeceram, porque estavam todos muito abalados. Quando a pandemia chegou era sinonimo de morte, quem adoecia de covid naquela época já achava que ia morrer. Era um terror. Eu também tinha que prestar esse apoio aos profissionais, não podia estar cobrando tanto deles, então o maior desafio para gente, até hoje, foi a pandemia”, ressaltou.

DIÁRIO DO SERTÃO

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