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VÍDEO: Região de Cajazeiras está sendo invadida pelo ‘barbeiro’? Especialista em insetos responde

Infestação de inseto tem assustado os moradores de Cajazeiras. As ruas do Centro são as que mais registram a presença do bicho

Por Jocivan Pinheiro

22/05/2018 às 18h12 • atualizado em 22/05/2018 às 18h17

A infestação de uma espécie de inseto desconhecido da população tem assustado os moradores da região de Cajazeiras, no Alto Sertão da Paraíba. Devido à semelhança com o ‘barbeiro’, que transmite a Doença de Chagas, as pessoas estão preocupadas e até cobrando providências do poder público.

As ruas do Centro são as que mais registram a presença do inseto que se concentra em grande quantidade nas paredes das residências, do lado de fora, mas alguns também invadem as casas.

Nossa reportagem procurou um especialista para tirar dúvidas sobre essa espécie de inseto. Assuero Rolim é entemologista e proprietário de uma empresa de dedetização da cidade. Ele identificou o bicho e procurou tranquilizar a população.

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Infestação do inseto tem assustado os moradores da região de Cajazeiras

Segundo Assuero, trata-se de um inseto fitófago, ou seja, que se alimenta apenas de matéria vegetal e não é da família do ‘barbeiro’ e nem do percevejo. Esse fitófago não transmite doença, portanto não causa perigo à população.

“Ele não é hematófago, ou seja, não causa perigo à população em questão de transmissão da Doença de Chagas por não ser receptor do sangue. Ele só se alimenta exclusivamente de seiva de plantas. É um fitófago, não causa risco à população”, disse.

Inseto se concentra nas paredes das residências

Ainda de acordo com Assuero, os insetos provavelmente estão saindo à procura de alimento após as chuvas pararem na região. Apesar da dedetização ser uma maneira de controlar a proliferação, ele orienta os moradores a esperarem que os insetos se retirem por conta própria.

“É só esperar que eles vão sair. São insetos que não causam preocupação, podem fica tranquilos. Eles estão lá porque estão com um grau de infestação muito alto no ambiente, mas daqui a mais ou menos dez ou quinze dias eles já não estão mais nos locais”.

Assuero Rolim é entemologista

DIÁRIO DO SERTÃO

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