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Engenheiros do ITA apresentam estudo minucioso sobre reais condições do Aeroporto de Cajazeiras: “Não é só teco-teco não”, afirmam eles

Questionado sobre o aeroporto só receber o famoso "teco-teco", Felipe disse: "Não é só teco-teco não. Temos a capacidade de receber até uma aeronave de 30 lugares."

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

22/05/2017 às 16h22

A classe empresarial da cidade de Cajazeiras, no Sertão do Estado, sempre demonstrou preocupação com a situação do Aeroporto Regional Pedro Vieira Moreira, que depois de quase duas décadas de espera, foi homologado no mês de novembro do ano passado e que deveria acabar com toda as dúvidas em torno da operacionalidade do Aeroporto. Em seu voo inaugural com a presença de lideranças políticas nacionais, estaduais e municipais, que em um momento de celebração comemoravam com uma grande festa a realização do sonho de toda a região que compreende Cajazeiras.
Depois da festa, a sociedade civil organizada continuou com uma preocupação pertinente.

Na última sexta-feira(19) engenheiros do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) apresentaram na sede da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) aos representantes de vários seguimentos da sociedade, um parecer sobre a viabilidade econômica e, principalmente, a real capacidade da pista do aeródromo regional de Cajazeiras.

Engenheiros expuseram os diagnósticos feitos para a operacionalidade do aeroporto de Cajazeiras (Foto: DS)

Segundo o engenheiro civil, Alexandre Costa, a iniciativa surgiu após a carta de homologação da ANAC que fazia algumas restrições sobre a operacionalidade do aeroporto: “Em reunião de diretoria, nós resolvemos contratar uma consultoria balizada técnica para fornecer e tirar essas dúvidas e essa consultoria , era baseada em cima dos princípios técnicos, para fazer um diagnóstico da realidade do que existe construído no aeroporto e o princípio econômico, que é baseado na capacidade de viabilidade econômica.”, disse ele.

Já para o engenheiro aeronáutico Felipi Melo, o diagnostico realizado diz que a operacionalidade do aeroporto sempre vai depender da aeronave que opera: “Hoje você tem a situação que ele atende a pequena aeronaves de aviação executiva, e a gente quer chegar um patamar capaz de vir a receber uma Viação de fretamento,  em que se há um pré-contrato formado semanal com algumas entidades.”, disse.

Questionado sobre o aeroporto só receber o famoso “teco-teco”, Felipe disse: “Não é só teco-teco não. Temos  a capacidade de receber até uma aeronave de 30 lugares.”

DIÁRIO DO SERTÃO

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