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AMBULÂNCIA SEM COMBUSTÍVEL: condutor-socorrista afastado do cargo alega perseguição política:”Injustiça”

Durante a entrevista, Rondinelly afirmou que seu afastamento foi por conta de perseguição política e culpou o coordenador do SAMU

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

02/09/2018 às 09h54 • atualizado em 02/09/2018 às 10h09

O condutor-socorrista Rondinelly Pereira, prestou entrevista exclusiva ao Diário do Sertão e falou sobre o caso da falta de combustível na ambulância UTI (USA-03) do SAMU de Pombal. Ele foi afastado pela prefeitura por um prazo de até 60 dias.

A ambulância ficou parada por várias horas às margens da BR 230, próximo a São Bentinho, na madrugada do dia 23 de agosto, após faltar combustível quando retornava de uma transferência feita para João Pessoa, na quarta-feira. A equipe precisou de carona para retornar à cidade.

Durante a entrevista, Rondinelly afirmou que seu afastamento foi por conta de perseguição política e afirmou que a culpa sobre a falta de combustível é do coordenador do SAMU de Pombal e da atual gestão municipal.

Relembre: UTI do SAMU de Pombal falta combustível e para na BR 230

Condutor-socorrista do SAMU de Pombal foi afastado pela prefeitura

Não foi perseguição
O coordenador do SAMU local, Edson Lira, negou existir perseguição política por parte da atual gestão:

“Foi aberta uma portaria de sindicância para averiguar culpados. Foram afastados todos da equipe, onde nela inclusive existem pessoas que são có-partidárias da atual gestão. Se ocorreu perseguição política garanto que não foi por parte da atual gestão”, disse.

Equipe foi afastada
A Portaria assinada pelo Secretário de Administração, Djoniérison Félix França, afastou todos os integrantes da equipe envolvidos no caso da “Ambulância sem combustível”. No documento, o secretário destaca “a gravidade e a repercussão dos fatos” e enfatiza que a decisão fundamenta-se na necessidade de evitar que os investigados interfiram nos trabalhos de apuração.

Prefeitura afastou condutor-socorrista, a enfermeira e o médico

“É prudente o afastamento, para que não venham a influir no resultado da sindicância, bem como não haja risco de apagar, ocultar ou dissimular as provas”, pontou Djoniérison.

Mesmo afastados, o médico Otávio Melo, a enfermeira Kamila Gomes (ambos contratados) eo condutor-socorrista Rondinelly Pereira (efetivo) continuarão recebendo seus salários.

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