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VÍDEO: Com doença de Parkinson, homem faz apelo em Cajazeiras por medicamento que ele não pode comprar

Afonso de Carvalho, da cidade de São João do Rio do Peixe, diz que não pode deixar de tomar três caixas de Sifrol por mês senão seu estado físico e mental pioram

Por Jocivan Pinheiro

24/04/2019 às 14h49 • atualizado em 24/04/2019 às 15h59

O servidor público aposentado Afonso de Carvalho, da cidade de São João do Rio do Peixe, procurou os estúdios da TV Diário do Sertão nesta terça-feira (23) para fazer um apelo direcionado à Secretaria de Estado da Saúde e à 9ª Gerência Regional de Saúde.

No programa Balanço Diário, Afonso disse que sofre da doença de Parkinson há oito anos e precisa tomar um medicamento chamado Sifrol. Segundo ele, este medicamento é fornecido pelo Governo do Estado através da 9ª Gerência Regional de Saúde, mas a entrega está atrasada.

Afonso conta que não pode deixar de tomar três caixas de Sifrol por mês senão seu estado físico e seu estado mental pioram. Embora seja aposentado, ele diz que não tem condições financeiras de comprar o medicamento porque cada caixa custa R$ 320.

Afonso foi ao programa Balanço Diário cobrar do Governo do Estado e da 9ª Gerência Regional de Saúde a garantia do fornecimento regular do medicamento.

Resposta da 9ª GRS

Em contato com o Diário do Sertão, a diretora da 9ª Gerência Regional de Saúde, Ana Amélia, explicou que os medicamentos que Afonso usa (Sifrol e Quetiapina) são enviados pelo Ministério da Saúde, sendo a 9ª Gerência Regional de Saúde apenas responsável pela entrega e controle.

Ela afirma que até o momento o Ministério da Saúde não enviou algumas das medicações de uso controlado e que a data prevista para o envio é entre os dias 28 de abril e 2 de maio.

VEJA TAMBÉM: Cérebro pode ser treinado para curar AVC, doença de Parkinson e até a depressão, afirmam especialistas

Lentificação dos movimentos e tremores nas extremidades das mãos costumam ser primeiros sinais da doença

A doença

A doença de Parkinson é neurológica, crônica e progressiva. Sem causa conhecida, ela atinge o sistema nervoso central e compromete os movimentos. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência da doença. De acordo com as estatísticas, na grande maioria dos pacientes, ela surge a partir dos 55, 60 anos e sua prevalência aumenta a partir dos 70, 75 anos.

A lentificação dos movimentos e os tremores nas extremidades das mãos, muitas vezes notados apenas pelos amigos e familiares, costumam ser os primeiros sinais da doença. A diminuição do tamanho das letras ao escrever é outra característica importante.

Outros sintomas podem estar associados ao início da doença: rigidez muscular; acinesia (redução da quantidade de movimentos), distúrbios da fala, dificuldade para engolir, depressão, dores, tontura e distúrbios do sono, respiratórios e urinários.

DIÁRIO DO SERTÃO

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