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Sobe para 30 o número de casos de sarampo confirmados na Paraíba; 2 casos são de Sousa

Dos 30 casos confirmados, seis foram registrados em crianças com menos de um ano de idade.

Por Luzia de Sousa

01/11/2019 às 07h14

A vacinação é a única maneira de prevenir o sarampo. O esquema vacinal é feito por meio da vacina tríplice viral, disponível em todos os postos de saúde do Estado (Foto: Natinho Rodrigues/Agência Diário)

Subiu para 30 o número de casos de sarampo confirmados na Paraíba até esta quinta-feira (30), de acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde repassadas ao G1. Treze casos foram confirmados em João Pessoa, três em Bayeux, três em Santa Rita, dois em Santa Cecília, dois em Sousa, um em Barra de São Miguel, um em Imaculada, um em Cabedelo, um no Congo, um em Guarabira, um em Lagoa Seca e um São Miguel de Taipu. Até o dia 24 de outubro, o número de casos confirmados era 21.

VEJA TAMBÉM: Paraíba registra 21 casos de sarampo confirmados; um é no Sertão do estado

Ao todo, 286 casos já foram notificados, com o descarte de 112 casos. Outros 144 casos seguem em investigação. Dos 30 casos confirmados, seis foram registrados em crianças com menos de um ano de idade.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, a maioria dos casos foram registrados em adultos jovens entre 20 e 29 anos. A próxima fase da campanha de intensificação da vacina contra o sarampo para esta faixa etária acontecerá entre os dias 18 e 30 de novembro, para pessoas sem comprovação de vacina.

O Ministério da Saúde liberou, no dia 16 de outubro, R$ 3,99 milhões para os municípios paraibanos reforçarem ações e medidas locais, no âmbito da Atenção Primária e da Vigilância à Saúde para mais de 57 mil crianças com menos de um ano, público-alvo da campanha contra o sarampo.

O objetivo é ampliar a cobertura vacinal, o controle de surtos e a interrupção da transmissão do sarampo, e outras doenças possíveis de imunização, em todo o país.

VACINA
A vacina tríplice viral – que protege contra sarampo, caxumba e rubéola – é ofertada nas salas de vacinação distribuídas entre as Unidades de Saúde da Família (USF), as policlínicas municipais e o Centro Municipal de Imunização. A dose é direcionada para crianças de seis meses de vida até adultos de 49 anos de idade.

As crianças de seis meses devem tomar a chamada “dose zero”. A vacina deve ser ministrada em duas doses a partir de um ano de idade até 29 anos, 11 meses e 29 dias de vida do cidadão, respeitando o intervalo das doses do calendário vacinal. Caso a pessoa comprove as duas doses, não é necessário tomar nenhuma a mais, já sendo considerada imunizada.

Já para adultos com idade de 30 a 49 anos, 11 meses e 29 dias, basta uma dose da vacina para que seja considerado imunizado. Os profissionais da área de saúde, independentemente da idade, devem tomar duas doses. Caso comprove que tomou as duas doses, não é necessária nenhuma outra.

DIÁRIO DO SERTÃO

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