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Na TVDS: Após se apresentar na Globo e SBT, músico de Cajazeiras diz que pensou em desistir

O cantor falou da falta de oportunidade por parte do poder público. “A cultura de Cajazeiras deixa a desejar. Atenção políticos olhem mais pra gente". Veja!

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01/07/2014 às 18h44

O vocalista da banda Bonde do Brasil, Johnson Souza foi o entrevistado do Interview da TV Diário do Sertão desta terça-feira (01). Natural de Cajazeiras, ele falou da infância, família e carreira de sucesso.

Filho de manicure, o músico disse que passou toda sua infância em Cajazeiras com a família. “Fui criado também pela minha avó, a professora Dona Zefinha”.

Ex-aluno do Colégio Dom Moisés, ele disse que foi bom estudante, e sua carreira começou como dançarino da banda “Gata Pintada”, do cantor Chico Amaro.

“Eu tinha o sonho de cantar, mas não tinha oportunidade, e certo dia o cantor da banda adoeceu e eu fui cantar, foi como tudo começou”. Revelou o cajazeirense

Música
Johnson revelou que sua mãe queria que ele fosse padre, mas não aceitou. Ele informou que ainda chegou a cantar na Igreja. “Participei de concurso de música em Cajazeiras”

Cabelo
Ele explicou que deixou o cabelo crescer, mas tinha receio porque a sociedade poderia taxá-lo de “gay, asilado e drogado”.

Bonde do Brasil
O cajazeirense disse que foi primeiro convidado para banda Mulher Chorono, depois para Colo de Menina, retornando para Mulher Chorona e finalmente chegando ao Bonde do Brasil, que é sucesso nacional.

O vocalista afirmou que não esperava o sucesso todo que a banda tem alcançado, onde participa de programas de televisão da Globo e SBT, além de shows no maior São João do Mundo, em Campina Grande, Caruaru e São Paulo.

Johnson revelou também, que no dia 08 deste mês o Bonde do Brasil vai participar do programa do Ratinho no SBT.

Sem oportunidade
O cantor afirmou que tem muitos artistas em Cajazeiras, mas falta oportunidade por parte do poder público. “A cultura de Cajazeiras deixa a desejar. Atenção políticos olhem mais pra gente. Cheguei onde estou com muito esforço e prisão, mas falta esse olhar dos políticos para nossa classe”

Ele revelou ainda que no início da carreira pensou em desistir da música por falta de oportunidades, mas foi impulsionado por amigos a continua. “Foi muito difícil porque a gente não muito com quem contar”

Assista o programa completo! (Interview, todas as quartas e quintas ás 18hs)

DIÁRIO DO SERTÃO

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