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Triste: Três adolescentes assassinados em Cajazeiras e após 12 anos ninguém foi preso

Neste domingo (8), O Dia das Mães é uma data lembrada com muita tristeza para pelo menos três famílias cajazeirenses,. Confira!

Por Luzia de Sousa

08/05/2016 às 08h08 • atualizado em 08/05/2016 às 12h08

Três adolescentes foram assassinado e ninguém foi preso

Neste domingo (8), O Dia das Mães é uma data lembrada com muita tristeza para pelo menos três famílias cajazeirenses, pois no dia 9 de maio de 2004, a cidade ficou chocada com a notícia da chacina contra três adolescentes. Os corpos foram encontrados por populares em um matagal do Sítio Favela, há 10 km do município cearense de Ipaumirim. O crime apresentou todas as características de perversidade e neste domingo completa 12 anos sem resposta da Justiça à sociedade.

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Demétrius Cavalcante Silva, 17 anos, filho do PM reformado Genebaldo (falecido) e da dona de casa Nêga, Cícero Roberto da Silva Sousa, 16 anos, filho de Francisco Roberto de Sousa e Geralda Maria da Silva de Sousa e José Filho Alves Ribeiro, 14 anos, filho de Adelson Alves Ribeiro e Josefa Olinto Cartaxo.

Os corpos estavam muito próximos uns dos outros, e os adolescentes foram atingidos com tiros na cabeça. De acordo com o delegado regional de Polícia Civil de Icó da época, Marcos Sandro Nazaré de Lira, que esteve no local realizando as primeiras investigações teria dito que os cajazeirenses possivelmente foram assassinados na Paraíba e tiveram os corpos “desovados” em Ipaumirim.

Na noite do crime o trio foi visto em uma festa na cidade de São José de Piranhas, região de Cajazeiras. Em julho de 2012, o Ministério Público da cidade de Cajazeiras denunciou nesta quinta-feira (05) mais três acusados de participar da chacina. A “luta” por Justiça para o caso dos adolescentes ganhou força após contar com advogados da cidade de João Pessoa, pagos pelo Deputado Luiz Couto (PT), que sempre cobrou solução do caso. Ninguém foi preso pelo crime.

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