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Juíza revela que 600 processos de violência a mulher tramitam na Justiça de Cajazeiras

Entre os processos, 435 são pedidos de Medida Protetiva para mulheres ameaçadas e 150 são processos criminais

Por Jocivan Pinheiro

12/03/2017 às 16h47 • atualizado em 12/03/2017 às 16h52

Juíza Adriana Lins

Na Comarca de Cajazeiras tramitam 600 processos de violência doméstica, sendo 435 pedidos de Medida Protetiva para mulheres ameaçadas e 150 processos criminais. Os números foram revelados pela juíza das Execuções Penais em Cajazeiras, Adriana Lins, durante entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Alto Piranhas.

A magistrada ressaltou que a Lei Maria da Penha e outras medidas de proteção foram importantes para combater a violência contra as mulheres, mas o índice em todo o país ainda é alarmante.

Para Adriana, em grande parte dos casos, as violências física e psicológica têm a ver com o machismo representado através da intolerância ao término do relacionamento, já que alguns homens se acham donos das namoradas e esposas e não aceitam que elas deem um basta na relação.

Ela avalia que são situações complexas que envolvem sentimentos, dependência financeira, entre outros fatores que fazem com que muitas delas não tenham coragem de denunciar o agressor e/ou se separar dele. Ela também defende que os agressores passem por tratamento educacional, social e psicológico.

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