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VÍDEO: Aos prantos, pais de Victória pedem os restos mortais da filha e dizem que assassino é um monstro

Dona Verônica Albuquerque e seu Bento Dias clamam às autoridades para agilizarem envio dos restos mortais que ainda estão em Campina Grande para Cajazeiras

Por Jocivan Pinheiro

18/08/2017 às 17h55 • atualizado em 18/08/2017 às 18h11

Dona Verônica Albuquerque e seu Bento Dias, pais da adolescente Victória Albuquerque, que foi assassinada aos 17 anos na zona rural de Cajazeiras e cujos restos mortais só foram encontrados na última terça-feira (14), mais de 40 dias depois do homicídio, clamam às autoridades para agilizarem o envio dos restos mortais que ainda estão no IML de Campina Grande para a cidade de Cajazeiras, onde a família pretende sepultá-los.

Dona Verônica Albuquerque, mãe de Victória

A mãe, ainda em estado de choque, cobra o direito de enterrar a filha, mas diz que se nega a chamar os restos mortais de ossos e que, ao lembrar da jovem, sente o sofrimento que ela passou nas mãos do assassino.

“Eu quero implorar para que eu faça o enterro da minha filha, que libere o corpo da minha filha, porque eu não vou dizer ‘ossos’, eu vou dizer ‘corpo’. Eu quero velar minha filha, eu tenho esse direito de velar minha filha, de colocá-la num bom lugar para que ela não venha mais sofrer, porque eu ainda sinto o sofrimento dela”, desabafou dona Verônica.

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Pai de Victória (primeiro à esquerda), familiares e amigos com cartazes de homenagens e pedidos de justiça

O pai, por sua vez, corre o risco de não participar do velório e do enterro da filha porque precisa voltar a Brasília neste sábado por questões profissionais e de saúde da sua mãe. Aos prantos, ele teme que isso aconteça e pede compreensão às autoridades.

“Cada dia que passa, a demora está nos trazendo mais sofrimento. Eu estou indo sem enterrar, sem velar, sem ver os restos mortais da minha filha. Sente a dor de um pai, como vai ser sair sem ver e ficar imaginando sem fazer nada.”

Sobre o autor do assassinato da jovem Victória, seu Bento Dias resume com as seguintes palavras: “Ele não é um rapaz, ele é um monstro. Minha filha não merecia. Nunca fez mal a um mosquito. Sempre foi amiga de todos. Cajazeiras em peso está chorando pela morte dela.”

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